25 de Outubro de 2009

Reportagem sobre EAD

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23 de Outubro de 2009

Ricardo Dorés

Publicado por Aprendaki em Eventos Educacionais, Marketing, Ricardo Dorés
Marketing
Ricardo Dorés - Ricardo Dorés
 

Ricardo Dorés tem formação acadêmica em Direito e especialização em Marketing, ocupou no mercado as posições de Diretor de Unidades de Negócios, Gerente de Unidade de Negócio, Gerente Nacional de Vendas, Gerente de Desenvolvimento de Mercado, Gerente de Treinamento de Vendas, Supervisor de Vendas, em empresas multinacionais e nacionais de grande porte, tais como: 3M, Pfizer, Glaxo, IMB, Itaú Seguros, dentre outras. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. Hoje ocupa a posição de Sócio Diretor da SalesResults - Soluções para Mercados Competitivos.

seta Articulista

linha divisória

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Faça um BUSCA no APRENDAKI sobre Ricardo Dorés, clicando aqui.

13 de Outubro de 2009

Curta: Chisto Redemptor

Publicado por Aprendaki em Curtas_filmes

O curta Chisto Redemptor foi um dos ganhadores do Prêmio Porta Curtas no Festival do Rio 09.

Chisto RedemptorChristo Redemptor

Gênero Documentário
Diretor Bel Noronha
Ano 2005
Duração 29 min
Cor Cor e P&B
Bitola 35mm
País Brasil
Local de Produção: RJ

Curta-metragem sobre a história da construção de um dos grandes ícones da cidade do Rio de Janeiro, o monumento ao Cristo Redentor.

Através de relatos de pessoas que viveram na época de sua construção, e, do diário do brasileiro que idealizou e executou a obra, o engenheiro - arquiteto Heitor da Silva Costa, nos faz voltar ao período da concepção deste tão belo monumento que é, hoje em dia, parte integrante do dia-a-dia do carioca. O filme conta também com depoimentos feitos na França e na Itália com a filha do estatuário Paul Landowski, Françoise e com a filha de Gugliemo Marconi, Elletra, que foi o responsável pela iluminação da estátua quando de sua inauguração em outubro de 1931.

Festivais
CINEPORT - Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa 2006
Amazonas Film Festival 2006
Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá 2006
Jornada Internacional de Cinema da Bahia 2006

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9 de Outubro de 2009

Twitter.Aprendaki - acompanhe as últimas notícias

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8 de Outubro de 2009

Uni Sant’Anna oferece curso de Canto Popular

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Com aulas semanais, o curso tem preços acessíveis para alunos e comunidade

A Uni Sant’Anna abre inscrições para o curso de Canto Popular, com duração de um ano. Entre as disciplinas estão técnicas de impostação de voz, afinação, expressão corporal e dinâmica de grupo – que podem ser aplicadas em canto ou palestras. Além disso, os alunos terão noções de percepção musical (audição) e fonoaudiologia, para cuidar melhor da voz.

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8 de Outubro de 2009

Documentário fortalece a identidade do povo Ka’apor e contribui para o aumento da biodiversidade

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“Jandeka apor ta ka a ke mupyta ta” ou “Os Kaapor do Alto Turiaçu. Defendendo a nossa terra”. Esse é nome do documentário produzido pela antropóloga e pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), Claudia López, sobre o povo que vive ao norte do estado do Maranhão. São aproximadamente 1000 habitantes que mantêm a tradição de seus antepassados, conservando a língua tupi-guarani. Desde os anos oitenta a etnia vive em constante luta para defender sua terra, invadida por fazendeiros, posseiros e madeireiros que instalaram serrarias ilegais. A ocupação resultou na devastação de extensas áreas da floresta e ocasionou conflitos extremos. Após a expulsão dos invasores, já nos anos noventa, e devido à falta de alternativas econômicas, algumas famílias ficaram dependentes dos madeireiros que continuaram explorando ilegalmente a área.

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8 de Outubro de 2009

UNESCO lança estudo inédito sobre professores brasileiros

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A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil lança nesta terça-feira (06/10), na 32ª Reunião Anual da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped), em Caxambu (MG), um estudo inédito sobre a situação dos professores brasileiros. “Professores do Brasil: impasses e desafios” é a pesquisa mais abrangente sobre a condição docente já feita no país, envolvendo abordagens como condições de trabalho, formação inicial e continuada, carreira e remuneração

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8 de Outubro de 2009

A sabedoria da natureza - Por Osvino Toiller

Publicado por Aprendaki em Articulistas, Educação, Osvino Toiller

Osvino Toiller - escreve crônicas sobre educação
Conta a estória que a menina, que estava passando férias na casa dos avós no interior, interpelou a avó, depois da tempestade:
- Como esta figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para abraçar seu tronco, se quebrou, caiu com vento e com chuva, e este bambu tão fraco continua de pé? A avó respondeu:
- Filha, o bambu permanece em pé, porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas sobre a vida.

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8 de Outubro de 2009

Inscrições para a LIF seguem até o dia 06 de novembro

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Seguem abertas até o dia 06 de novembro, as inscrições para empreendedores culturais que queiram se beneficiar da LIF (Lei de Incentivo Fiscal), para o ano de 2010, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

A novidade é que, neste ano, o procedimento para inscrever um projeto cultural foi simplificado, com a diminuição de documentos a serem entregues. Um documento que se tornou obrigatório no ato da inscrição é a Certidão Negativa de Débito junto ao município. Entretanto, documentos que anteriormente eram exigidos de início, como três cotações de preços das despesas previstas e autorizações para uso de espaço de terceiros, serão entregues somente em etapas posteriores, caso o projeto seja aprovado.

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8 de Outubro de 2009

Vestibular da PUC-RS de Verão 2010 será nos dias 12 e 13 de dezembro

Publicado por Aprendaki em Eventos Educacionais

Data anterior, 5 e 6 de dezembro, foi alterada devido a realização das provas do Enem

As provas do concurso Vestibular de Verão 2010 da PUCRS serão aplicadas nos dias 12 e 13 de dezembro e não mais nos dias 5 e 6 de dezembro como programado anteriormente. A mudança se deu devido a alteração na data das provas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) para o mesmo final de semana. A Universidade recebe inscrições para o Concurso Vestibular a partir do dia 9 de novembro, até o dia 2 de dezembro. Mais informações no telefone (51) 3320-3500, ramal 4483, ou no site www.pucrs.br/vestibular.

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8 de Outubro de 2009

Cursos da PUCRS têm destaque no Guia do Estudante

Publicado por Aprendaki em Eventos Educacionais

Dez cursos da Universidade obtiveram cinco estrelas (excelente) e 21 foram avaliados com quatro pelo “Guia do Estudante 2009″, da Editora Abril, publicada na edição “GE Melhores Universidades”. Foram avaliados 9.371 cursos de graduação no País. Desses, 3.551 foram estrelados. Também foram divulgados os finalistas ao “5º Prêmio Melhores Universidades 2009 Guia do Estudante e Banco Real - Grupo Santander”. A PUCRS consta em quatro categorias, dentro das instituições privadas: Universidade do Ano, Administração e Negócios, Ciências Exatas e Informática e Engenharia e Produção. A divulgação dos premiados será no dia 27 de outubro no site www.guiadoestudante.com.br.

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2 de Setembro de 2009

SEED: diálogo com a sociedade em fase de expansão da EAD

Publicado por Aprendaki em Entrevista

Carlos Eduardo Bieslchowsky - Carlos Eduardo Bieslchowsky

Carlos Eduardo Bielschowsky é Secretário de Educação a Distância (SEED) do Ministério da Educação (MEC). Sua formação acadêmica concentra-se na área de Física com Doutorado pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, Mestrado pela PUC-RJ, Bacharelado pela PUC-RJ. Foi professor adjunto do Instituto de Química da UFRJ e coordenador do grupo de pesquisa “Grupo de Espectroscopia Teórica” do departamento de físico-química do Instituto de Química da UFRJ.

Sua produção científica encontra-se em cerca de 45 artigos em revistas internacionais nas áreas de físico-química, em 50 resumos em anais de congressos, além de artigos de divulgação nas áreas de Avaliação Institucional e Educação a Distância.

 

Sua trajetória profissional passa por importantes projetos nacionais. Participou do planejamento e implementação do CEDERJ; das discussões de criação do Sistema Universidade Aberta do Brasil (SEED); da elaboração e acompanhamento do programa de Consolidação da Infra-Estrutura Acadêmica das IFES e HU’S (SeSu/MEC); da comissão do PAIUB (Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras (Sesu); do programa de Informatização das Universidades Públicas Brasileiras (Sesu).

 

Foi presidente da comissão de “Avaliação Institucional da UFRJ”; coordenador do projeto que implementou 55 LIG’s (Laboratório de Ensino de Graduação da UFRJ), do Projeto UFRJ Interativa; membro da comissão organizadora de dois Simpósios Brasileiros de Química Teórica; e membro fundador da UNIREDE tendo participado do comitê gestor. Idealizou e organizou o I ESUD – Encontro Brasileiro de Educação Superior a Distância (2002).


Em entrevista por telefone, o professor Carlos Eduardo falou com o Aprendaki sobre o crescimento do Ensino a Distância (EAD) no país, os motivos que leva alguém a procurar um curso de graduação a distância, da qualidade dessa modalidade de ensino e das providências que o Ministério da Educação (MEC) está tomando para garanti-la. Não deixa de mencionar os debates que a SEED/MEC tem tecido com a Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), uma sociedade civil que tem apontado os desafios e se aliado à Secretaria para promover a EAD no Brasil.

 

 

Aprendaki – Como o senhor tem visto o crescimento da modalidade de Ensino a Distância – EAD – no Brasil?

 

Carlos Eduardo Bieslchowsky – A educação a distância no Brasil está em processo de crescimento muito rigoroso. No ano 2000 eram em torno de mil alunos. Em 2008 fechamos o ano com 750 mil de graduação e agora temos quase um milhão de alunos, tanto no público quanto privado.

 

A Universidade Aberta do Brasil tem 86 instituições – federais, estaduais e institutos federais – distribuídas em 550 polos focados na Formação de professores e na gestão pública. São 140 mil graduações e especializações da UAB. Em novembro, acontecerá o “I Encontro Internacional  do Sistema Universidade Aberta do Brasil” para discutir e avaliar todo o processo desse sistema.

Em termos gerais, temos mais de três milhões de brasileiros que utilizam a Educação a Distância, sendo que um milhão só na graduação. É, portanto, um crescimento generalizado no Brasil que, segue uma tendência mundial.

 

 

Aprendaki – Em sua concepção o que leva uma pessoa a procurar a graduação por meio da modalidade a distância?

 

Carlos Eduardo Bieslchowsky – Na Graduação temos observado três motivos. Pessoas que não contam com o ensino superior no local onde residem. O segundo motivo refere-se a pessoas que trabalham e buscam a modalidade por flexibilidade para estudar. O terceiro motivo tem nos surpreendido bastante, pois trata-se de pessoas que buscam a EAD porque gostam do processo de construção do conhecimento mais autônomo e do respeito que essa modalidade tem demonstrado com estudante.

 

 

Aprendaki – É fato: a EAD cresce muito. E a qualidade?

 

Carlos Eduardo Bieslchowsky – É importante que essa modalidade de ensino cresça com qualidade. Para isso, estamos com uma equipe de 440 colaboradores andando pelos polos. Seu objetivo é conversar com os alunos e coletar materiais, pactuar com as instituições em vista dessa melhoria da qualidade. Até hoje estamos conseguindo manter essa qualidade. Tivemos uma baixa que é o caso da Unitis que precisamos pedir o descredenciamento porque não conseguimos alcançar o padrão mínimo de qualidade.

 

 

Aprendaki – O MEC por meio da Secretaria de Educação a Distância (SEED) tem dialogado com a Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED)? Como é o relacionamento?

 

Carlos Eduardo Bieslchowsky – A ABED é uma sociedade científica. Por esse motivo tem direito a ter uma visão crítica sobre todas as ações, inclusive sobre as ações do MEC. Por conta disso, ela faz uma análise do que está acontecendo. Consideramos isso saudável, e portanto, nosso relacionamento é bom. Representantes da SEED estão sempre participando dos eventos, pois acreditamos que é bom para o Brasil ter uma sociedade científica que discuta os temas da EAD, aponte suas críticas e dê sua contribuição. Isso é positivo.

 

 

Aprendaki – O presidente da ABED, professo Frederic M. Litto tem tecido constantes críticas em relação às políticas do MEC, de maneira específica à regulamentação governamental que ele considera excessiva. Como o senhor e o MEC veem isso?

 

Carlos Eduardo Bieslchowsky – Como sociedade civil, o professor Litto e a ABED têm o direito de tecer crítica. Os últimos posicionamentos do professor Litto têm sido no sentido de entender que é importante que se faça um processo de qualidade à educação. Porém, existem alguns aspectos que não podemos abrir mão como é o caso do polo presencial equipado com biblioteca física e laboratório que dê suporte ao aluno, pois há alunos que não têm acesso à internet por meio de banda larga. É questão de justiça social oferece acesso de qualidade a esses alunos nos polos.

 

Não temos dúvida de que seja necessária uma biblioteca física para o aluno, pois de maneira geral o aluno não gosta de ficar lendo na tela do computador. Imaginemos uma pessoa que trabalha diariamente com computador ou internet e ainda tenha que ler livros na tela do computador, sem poder levar o livro no carro. A biblioteca física é um direito do estudante. Ele precisa ter biblioteca, precisa consultar livros, mesmo tendo todo o material do curso disponível na internet.

 

 

Aprendaki – SEED e ABED, poderíamos dizer que são duas faces de uma mesma moeda?

 

Carlos Eduardo Bieslchowsky – Existem pontos de divergências, mas não são duas faces da mesma moeda, pois os interesses sãos os mesmos. Tenho percebido colaboração da ABED, inclusive o professor Litto me solicitou alguns problemas que estamos encontrando e ele tem sido colaborativo em relação a isso. Todos lutamos pela qualidade de educação.

Temos bom diálogo com a ABED, pois ela ajuda a construir a questão da qualidade, apesar de ter posições diferentes em alguns pontos. Nesse diálogo a gente vai construindo.

 

Constantemente, sentamos dialogar com a ABED enquanto sociedade científica e estamos aprendendo muito. Lutando juntos para a melhora da qualidade da educação a distância.

 

 

Aprendaki – Como tem sido o posicionamento da SEED em relação ao preconceito para com o título obtido por EAD, como o caso do Conselho Regional de Biologia do Estado do Rio de Janeiro?

 

Carlos Eduardo Bieslchowsky – É completamente ilegal a posição assumida pelo Conselho Regional de Biologia do Estado do Rio de Janeiro e, por este motivo, já entramos na Justiça. Em conversa, o Conselho assumiu essa posição ilegal que é fruto de sua incapacidade de separar o curso de biólogo do licenciado. É uma deficiência histórica dessa separação por não ter conseguido modernizar sua regulação. Aceita o titulo de biólogo licenciado presencial, mas não aceita o título do licenciado a distância.

 

Essa deficiência de separação de currículo do biólogo e do licenciado é um processo que eles expressaram em várias reuniões e que curiosamente, em vez de resolver esse problema, resolveram não deixar que os alunos de educação a distância licenciados recebam atribuição de biólogo. Isso é ilegal. Depois de tentar chegar num acordo e não obtendo resposta, entramos judicialmente contra essa posição, exigindo que o Conselho mantenha a mesma posição para o presencial e para a distância.

 

Também o Conselho Regional de Profissionais do Serviço Social do Rio de Janeiro que manifestou o preconceito, está sendo analisado. Em linhas gerais foram apenas esses casos. O mercado está aceitando bem o profissional formado pela EAD, por estarem tendo o mesmo desempenho no ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) e excelente desempenho profissional. O MEC não aceita qualquer discriminação.

 

 

* Esta entrevista é parte integrante da reportagem “Estudar pelo computador exige comprometimento e determina o aluno de sucesso”
Confira, clicando aqui!

 

** Foto – cedida pela SEED/MEC; crédito: Zenite Machado – Folha Dirigida

25 de Agosto de 2009

Educomunicação: Gestão de Processos

Publicado por Aprendaki em Entrevista

Ismar de Oliveira Soares - Ismar de Oliveira Soares

Ismar de Oliveira Soares é jornalista, doutor em Comunicação pela ECA/USP, com Pós-Doutorado junto a Marquette University, WI, USA. É pesquisador FAPESP, do campo da “Educomunicação”, coordenador do NCE - Núcleo de Comunicação e Educação da Escola de Comunicações e Artes da USP. É Vice-presidente do World Council for Media Education, com sede em Madrid, Espanha, membro do Pontificio Conselho para as Comunicações Sociais do Vaticano, presidente da UCIP - Union Catholique International de la Presse com sede em Genebra, Suiça, supervisor geral do Educom.TV – curso a distância para 2500 professores de 1024 escolas da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (2202). Ainda é supervisor do Projeto Educom.rádio – curso presencial para 12 mil entre professores, alunos e membros das comunidades educativas, num projeto contratado pela Prefeitura de São Paulo (2001-2004). É supervisor geral do Educom.rádio.centro-oeste que atendendo 2500, entre professores, alunos e membros das comunidades educativas de 70 escolas dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, num projeto desenvolvido junto ao MEC (2004).

Nesta entrevista, Ismar fala do acompanhamento do NCE aos projetos e pesquisas desenvolvidos na área de educomunicação em todo o território nacional. Relembra o percurso das reflexões à cerca da aproximação das áreas da Comunicação e Educação desde os anos 60 e 70, passando pela Comunicação Popular e Alternativa e pela leitura crítica da mídia. Outro ponto de destaque na entrevista é a preocupação do Núcleo de Comunicação e Educação de que o termo “educomunicação” seja utilizado para mascarar uma realidade de marketing educacional.

 

 

Aprendaki – A partir dos anos 90 a Educomunicação começa a se constituir enquanto área de intervenção social e pesquisa. Mas qual o seu percurso anterior?

Ismar de Oliveira Soares – Na verdade o que aconteceu foi que a universidade representada pelo Núcleo de Comunicação e Educação da USP detectou a existência de um fenômeno na sociedade que vinha se desenvolvendo a partir dos anos 60 e 70. Era o fato de pessoas das mais diversas áreas terem percebido que grandes temas para a sociedade, inclusive a democracia, questões raciais e ecológicas estavam fora da pauta da mídia e também da pauta da escola. Essas pessoas passaram a descobrir caminhos alternativos para tratar desses assuntos e houve uma conjugação de vários elementos e fontes referenciais, inclusive do pensamento freiriano (Paulo Freire) de uma comunicação dialógica ou de uma educação que levasse em conta uma comunicação mais aberta. Nesse sentido, surgiu também uma visão de Gramsci (Antonio Gramsci) no sentido do professor e comunicador se colocar como intelectual orgânico em condições de influenciar as políticas públicas na área dos direitos humanos. Foram forças que se conjugaram para realização de experiências no campo da comunicação alternativa, por exemplo, ou de uma educação popular – expressões mais usadas nos anos 80. E somando-se a tudo isso, a preocupação da chamada leitura crítica da mídia fez com que se percebesse que algo diferenciado estava surgindo e o nome “educomunicação” foi atribuído a esse fenômeno. Na verdade é um nome que já existia para significar educação para mídia e foi ressemantizado para indicar esse conjunto de ações voltadas para o uso dos meios de comunicação  sempre estação de gestão democrática para promoção dos direitos humanos, especialmente, o direito à expressão.

 

Aprendaki – Hoje o NCE tem a preocupação que o termo seja utilizado para mascarar uma realidade de autoritarismo, de tradicionalismo…

Ismar – Sim, o Núcleo de Comunicação e Educação, como identificou uma realidade e deu nome a ela – com a própria universidade – está dizendo que o termo tem um significado, tem uma semântica que é fiel aos fenômenos observados. No caso, a educomunicação não está designando o uso das tecnologias simplesmente como fator para melhoria da performance do instrutor, do professor. Esse é um capítulo que não entra na educomunicação. Para a educomunicação, a tecnologia está a serviço da comunidade educativa, do professor, do aluno e de outros membros da comunidade numa gestão participativa desse processo. Então, temos receio que o marketing educacional use o termo “educomunicação” para designar antigas, tradicionais e velhíssimas práticas de manipulação ou simplesmente de transmissão vertical de informações bancárias de um público para outro. A educomunicação se afasta completamente da educação chamada bancária, designada por Paulo Freire. A nossa perspectiva sempre é a construção dialógica. Então, a educomunicação resgata, por exemplo, o conceito de educação construtivista. Somos construtivistas e somos dialógicos, obedecendo aos parâmetros de Paulo Freire com relação a suas metas para a educação.

 

Aprendaki – O Núcleo de Comunicação e Educação hoje é referência em nível nacional e internacional, mas realiza parcerias para ampliar sua área de atuação. Como está hoje essa questão?

Ismar – O trabalho do Núcleo tem sido um trabalho de intervenção em termos de assessoria. Então, trabalhamos com redes públicas, como a rede municipal de educação do município de São Paulo, as redes estaduais de educação como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. Trabalhamos com o MEC na Secretaria de Educação a Distância. Também com o Ministério do Meio Ambiente no programa de educomunicação sócio-ambiental. Trabalhamos também com a Fundhas – que é uma fundação da região do Vale do Paraíba-SP. Esse trabalho é estritamente de caráter universitário, isto é, estamos socializando resultado de pesquisas, fazemos intervenção de uma prática educativa que por sua vez produz pesquisas. Nesse momento, estamos com as três primeiras teses baseadas em dados que foram colhidas dos programas e projetos realizados; outras seguirão, pois já temos mais ou menos, dez teses projetadas para esses dois anos subseqüentes. Então, a universidade cumpre um papel de produzir conhecimento, socializá-los e retomar as intervenções com novos dados. E aí, caberá à sociedade, à universidade, às organizações não-governamentais, fazer uso desse acervo de informação para transformação o que se pretende. Então, a universidade não pode ter compromisso com partido político, com tipo de governo. Ela faz políticas públicas. E no caso, ela, está sempre aberta ao diálogo.  A metodologia do Núcleo tem sido a metodologia educomunicativa porque sempre que leva um projeto, ela dialoga sobre o mesmo e realiza aquilo que, em comum acordo, é possível ser realizado no espaço público.

 

Aprendaki – Como é que o senhor avalia o crescimento da educomunicação em nível nacional?

Ismar – O crescimento tem sido em nível exponencial. Se medirmos isso pelas referências no Google (buscador de Internet) há três anos havia mil referências e agora, em abril de 2007, está com 97 mil. Essa referência cresce também em língua espanhola e está crescendo um pouco em língua inglesa, mas basicamente, é um fenômeno brasileiro e latino-americano que está sendo dialogado agora com o restante do mundo. Porém, há experiências educomunicativas nos Estados Unidos – especialmente na Costa Oeste, na Índia, na África, de pessoas que são protagonistas, pioneiras de processos. E através do Fórum Mundial de Mídia na Educação, chamado “Summit Midia for Children” essas experiências acabam sendo socializadas, se divulgando. Há diálogos possíveis a acontecer proximamente com a Espanha e com a França. Então, é uma ampliação desse diálogo.

 

Aprendaki – Quais as perspectivas para o Brasil?

Ismar – A primeira perspectiva é a criação na USP (Universidade de São Paulo) de uma licenciatura em Educomunicação. Nós imaginamos que quando a USP criar o seu primeiro curso, outras universidades vão tomar a coragem de avançar nesse campo. Por outro lado, em termos de linhas de pesquisas, tivemos 55 defendidas nos últimos seis anos na interrelação comunicação e educação, tomando os referenciais do NCE como ponto de partida. Isso significa a consolidação de um campo, consolidação acadêmica e consolidação pedagógica.

 

Aprendaki – Essas pesquisas são de especialização a doutorado?

Ismar – Ah, sim, de especialização a doutorado. São distintos níveis e sempre trabalhando com a análise de propostas concretas que se realizaram e foram discutidas academicamente.


 
Aprendaki – A parceria com o MEC está sendo o quê especificamente?

Ismar – Dois projetos. Um foi chamado EDUCOM.TV que foi uma proposta para dois mil professores sobre linguagem áudio-visual para o Estado de São Paulo através de uma plataforma virtual em 2002. A outra proposta chamada MÍDIAS NA EDUCAÇÃO em que o MEC atende a dez mil professores e nós produzimos módulos sobre rádio. E estamos cuidando também da tutoria de dois mil professores no Estado de São Paulo. Então, é um diálogo em que através desses projetos, podemos estar explicitando as nossas pesquisas e formando pessoas no espaço nacional com a legitimidade que oferece a marca/logo “MEC” e a preocupação do governo federal nesse campo.

 

16 de Agosto de 2009

Matemática Prática

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Vídeo Aulas (DVDs)
As Vídeo Aulas (DVDs) abaixo são ideais para quem está se preparando para vestibulares, concursos públlicos ou vai prestar exames supletivos. Você pode assistir as aulas no local e horário que desejar, e repetir as aulas quantas vezes necessitar para um melhor entendimento dos conteúdos.

Problemas que normalmente são resolvidos nos livros didáticos em seis linhas, nos dvds são feitos de uma forma bem mais prática e dinâmica.

Livros
Os livros abaixo foram selecionados pelo prof. Homero em função dos conteúdos desenvolvidos e da alta aplicabilidade dos mesmos em concursos públicos.

Os livros associados a nossas Vídeo Aulas e Apostilas fornecem as pessoas que se preparam para concursos públicos ferramentas poderosas e indispensáveis para quem deseja fazer a diferença na hora da prova.

MATEMÁTICA PRÁTICA

 

 

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16 de Agosto de 2009

Pacote Gabarito para Concurseiros

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Promoção Pacote Gabarito - Matemática para Concurseiros

Este pacote contém tudo que você precisa para gabaritar a prova para a maioria dos concursos do país. São 20 produtos incluídos: 10 DVDs com Vídeo Aulas de Matemática; 2 DVDs com Vídeo Aulas de Português; 8 Apostilas Digitais (CDs) com exercícios resolvidos de Mat., Port. e Informática.

Confira abaixo:

Vídeo Aulas de Matemática
1 DVD Matemática Básica - Parte 1
1 DVD Matemática Básica - Parte 2
1 DVD Questões de Provas de Concursos
1 DVD de Matemática Financeira
1 DVD de Funções e Combinatória
1 DVD de Raciocínio Lógico
1 DVD de Trigonometria - Parte 1
1 DVD de Geometria Plana - Parte 1
1 DVD de Geometria Espacial - Parte 1
1 DVD de Conjuntos

Vídeo Aulas de Português
1 DVD de Língua Portuguesa - Parte 1
1 DVD de Língua Portuguesa - Parte 2

Apostilas Digitais em CD
1 Apostila de Matemática Financeira
1 Apostila de Mat: Testes para Concursos e Vestibulares
1 Apostila de Mat: Provas de Concursos Anteriores Resolvidas
1 Apostila de Port: Classes Gramaticais
1 Apostila de Port: Ortografia
1 Apostila de Port: Redação Oficial
1 Apostila de Port: Sintaxe Interna e Externa
1 Apostila de Informática

16 de Agosto de 2009

Testes para Concursos e Vestibulares

Publicado por Aprendaki em Matemática Prática

Apostila com 1258 questões de matemática com 400 resolvidas e comentadas e o restante com questões gabaritadas. Esta apostila vem em formato digital (gravada em um CD). Pode ser visualizada na tela do seu computador ou impresso.

16 de Agosto de 2009

DVD Vídeo Aula de Funções e Combinatória

Publicado por Aprendaki em Matemática Prática

Video aula com teoria e problemas resolvidos passo a passo envolvendo:

- arranjos
- combinações e permutações
- princípio fundamental da contagem ou princípio multiplicativo
- funções
- conceito de função
- interpretação e reconhecimento de gráficos de funções
- cálculo de domínio e imagem
- função quadrática
- interpretação de gráficos
- vértice da função quadrática
- função inversa

Duração: 90 minutos.

Compatibilidade: funciona em aparelhos de DVD e no computador

16 de Agosto de 2009

DVD Vídeo Aula de Matemática Básica - Parte 1

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Vídeo aula com dicas e macetes de matemática básica para concursos e vestibulares
para facilitar e acelerar o seu aprendizado. Problemas resolvidos passo a passo ,
linha por linha com a experiente didática do prof. Homero.

Conteúdo:

- Razão e Proporção
- Divisão Proporcional
- MMC e MDC
- Números Inteiros e Fracionários
- Porcentagem
- Regra de Três Simples e Composta
- Radiciação e Potenciação.

Duração: 90 minutos

16 de Agosto de 2009

Matemática Financeira

Publicado por Aprendaki em Matemática Prática

Apostila de Matemática Financeira (gravada em CD) para concursos públicos com mais de 450 questões resolvidas.
Muito importante para quem vai prestar concurso para a área financeira, bancária e fiscal.
Ferramenta fundamental para quem está fazendo faculdade que inclua matemática financeira

CONTEÚDO

- Porcentagem
- Compra e Venda de mercadorias
- Juros simples (exato e comercial)
- Juros compostos (convenção linear e exponencial)
- Taxas ( nominal, efetiva, real e aparente)
- Taxa Over
- Descontos
- Desconto Comercial ou Desconto por Fora
- Desconto Racional ou Desconto por Dentro
- Rendas Certas ou Anuidades
- Inflação (taxas de juros aparente, taxa de juros real e correção monetária)

26 de Junho de 2009

Educadores discutem a presença da educação no Second Life: continua no Brasil?

Publicado por Aprendaki em Comunidade.Aprendaki, Eventos Educacionais

Após divulgação da notícia pela Info Online de que o Second Life está ameaçado no Brasil, pesquisadores de educação a distância (EAD) tem levantado polêmicas, desafios e perspectivas para o metaverso.

Second Life

O Second Life (SL) está morrendo? Foi tudo fogo em palha, fumaça? Diante das indagações, educadores e pesquisadores têm refletido sobre essa situação na lista de discussão de EAD. O professor Wilson Azevedo, da Aquifolium, apresenta a notícia “Second Life fecha as portas no Brasil”, publicada pela Info Online em 19/06/2009.”

O que acontece com o SL é o mesmo que aconteceu com “com a “tecnologia push” e o “VRML” que pareciam ser a oitava maravilha na segunda metade da década passada e depois simplesmente desapareceram sem deixar saudades,” afirma Azevedo.

Leia a notícia completa no Portal Educacional Aprendaki - clique aqui!

26 de Junho de 2009

Notícias sobre os cursos do EAD.Aprendaki

Publicado por Aprendaki em Comunidade.Aprendaki, EAD.Aprendaki

logo eadApk abed - logo eadApk abed

Aprendaki oferece 20% de desconto e bolsas de estudos para seus cursos virtuais
Tendo em sua marca a responsabilidade social, o Aprendaki oferece condições especiais para os educadores que desejam se capacitar para dar um novo rosto à educação brasileira.
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Blogs educativos
Blogs educativos e suas potencialidades são trabalhados em curso online
Conhecer a potencialidade dos blogs para o ambiente educativo enche de possibilidades a sala de aula e as relações entre educadores e estudantes.
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webquest
Webquest é ferramenta de orientação para pesquisa escolar de alunos na internet
O Aprendaki disponibiliza um site exclusivo para os educadores criarem webquest, oferece um curso sobre o assunto e acredita que essa é uma forma dos educadores se capacitarem para trabalhar nos dias de hoje.
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webgincana
Pesquisa escolar na internet pode ser melhorada com o uso de webgincanas
Utilizando as ferramentas disponíveis na Internet os educadores podem ajudar seus alunos a serem ágeis pesquisadores e construtores do conhecimento.
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mapas conceituais
Elaboração de esquemas ou mapas ajuda na apropriação do conhecimento
Esquematizar o conteúdo que se está estudando ajuda estudantes a fixar melhor o conhecimento a ser construído em vista de uma aprendizagem significativa.
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Liderança e gestão educacional saudável
Liderar com autoridade e respeito revelam atitudes saudáveis dos educadores
Ser educador com capacidade de liderança, respeito e autoridade é ter os pés na realidade e o coração nas estrelas em busca de um ambiente educativo saudável.
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Identidade do CP
A escola precisa compreender o coordenador pedagógico para se tornar melhor
Se os membros da comunidade educativa conhecerem a verdadeira missão do coordenador pedagógico e lhe der possibilidade de atuação, a escola se tornará mais significativa e transformadora.
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Inteligências Múltiplas
Inteligências múltiplas podem fazer a diferença no contexto educacional
Os educadores que integram a teoria das inteligências múltiplas em sua metodologia de ensino, conseguem resultados surpreendes na aprendizagem de seus alunos.
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Visual Class
Alunos e professores preparam aulas multimídia com software de autoria
O Software de autoria dá a possibilidade dos alunos e educadores de utilizarem sua criatividade para desenvolver projetos multimídias que melhoram o desempenho escolar e o entorno da escola.
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Projetos transdisciplinares
Transitar pelas disciplinas escolares c/ postura mediadora é compromisso do educador
Trabalhar com projetos pedagógicos na escola, na sala de aula e no contexto atual é uma possibilidade real de transformar os caminhos de exclusão que teimam em adentrar nos ambientes educativos.
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Brinquedoteca
Brincar, brinquedos, brinquedoteca: um trio que favorece a aprendizagem
Saber brincar e ensinar a brincar. Aprender a brincar para resolver dificuldades de aprendizagem e de relacionamentos na comunidade educativa é responsabilidade do educador.
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Tutoria
Curso prepara educadores para serem tutores em cursos virtuais
O curso trabalha a partir de uma abordagem sóciointeracionista e educomunicativa para a construção do conhecimento por meio de uma aprendizagem significativa.
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Filhote de homem
Adolescente que teve infância saudável poderá ser um estudante de sucesso
Educadores de educação básica precisam compreender o desenvolvimento humano e ajuda seus alunos a desenvolver suas capacidades afetivas, cognitivas e sociais.
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Orientador educacional
Orientador educacional atua para resolver dificuldades apresentadas pelo aluno
Orientar os estudantes nos dias de hoje é um desafio constante devido aos inúmeros problemas atuais, seja de ordem tecnológica, social, política ou cultural.
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Saberes e CP
Coordenador Pedagógico é elo entre projeto da escola e educadores
Os coordenadores pedagógicos são capazes de ser elo entre o Projeto Político Pedagógico da escola, educadores e novos conhecimentos científicos que podem auxiliar o ensino e mais, sabem evitar desvio de função.
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Informática Educativa
Educadores que se valem da Informática Educativa são mediadores
Cada vez mais aumenta o número de educadores que se capacitam em informática educativa para utilizar as novas tecnologias em sala de aula.
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1 de Junho de 2009

Especial sobre o 7 SENAED

Publicado por Aprendaki em Eventos Educacionais

7 SENAED - Seminário Nacional ABED de Educação a Distância

7senaed

A Educação a Distância cresce exponencialmente no Brasil e no mundo, levando educadores e instituições a refletir sobre a docência e o aprendizado que leve a uma qualidade efetiva. Este especial sobre o esse evento virtual que acontece em diversas plataformas da Web também é fonte de pesquisa aos educadores que procuram para o ensino presencial alternativas eficazes para a utilização das novas tecnologias em seu contexto profissional e educacional.

Acesse o índice das reportagens - clique aqui!

31 de Maio de 2009

Artigos de Osvino Toiller em maio

Publicado por Aprendaki em Articulistas, Educação, Osvino Toiller

Osvino Toiller - escreve crônicas sobre educação
Acredite em você
O importante não é o que lhe fizeram, mas o que você fizer com o que lhe fizeram. Esta preciosidade foi concebida por cérebro iluminado de Sartre e remete à reflexão sobre a reação diante das circunstâncias da vida que temos de enfrentar. Não há blindagem contra isso. Quando a gente consegue colocar-se acima das reações epidérmicas e mergulhar na essência da vida, talvez consiga libertar-se das amarras que escravizam e nos tornam pesados como as correntes que aprisionam os condenados nas prisões.
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De geração em geração
Somos fiéis depositários do legado das gerações que nos antecederam. Nossa memória alcança com facilidade nossos pais e avós, suficiente para levantarmos os fundamentos sobre os quais se concebeu o mundo que nos foi legado. A humanidade levou séculos, talvez milênios, para construir a civilização que foi se transformando rapidamente em razão do progresso e das conquistas científicas e tecnológicas da pós-modernidade. Os avanços foram marcantes, especialmente no que tange às tecnologias de comunicação, e seria inimaginável o mundo de hoje sem a conectividade de que desfrutamos, mas que trouxe conseqüências ainda não devidamente estudadas muito menos assimiladas.
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Avós são o máximo!
Perguntaram a uma menina de cinco anos o que ela gostaria de ser quando crescesse. Ela respondeu: “Gostaria de ser avó”! Ao ser questionada por que, ela completou: - Porque os avós escutam, compreendem. E, além do mais, a família se reúne inteirinha na casa deles…E a menina continuou: - Uma avó é uma mulher velhinha que não tem filhos. Ela gosta dos filhos dos outros. Um avô leva os meninos para passear e conversa com eles sobre pescaria e outros assuntos parecidos. Os avós não fazem nada e por isso podem ficar mais tempo com a gente.
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Saudades de minha mãe
O Dia das Mães remete à reflexão sobre a relação com os filhos, e esta sobrevive aos tempos na memória de cada um. Não será transformada em ausência, porque está arraigada no fundo do coração, colocada aí pela candura materna.
Mamãe foi uma heroína, batalhadora incansável pela sobrevivência da família, dos filhos, diante da enfermidade do pai, muitas vezes hospitalizado, ficando as lides da lavoura e da casa apenas com ela. Mesmo assim, nunca se rendeu à tristeza e ao lamento. Ergueu a cabeça e preces aos céus para que não lhe faltassem forças para garantir o sustento da família.
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Fraternura
Num tempo de desesperada busca por sentido de vida, de tanta brutalidade, de tanta fartança e ao mesmo tempo de carência de humanidade, de tanto absurdo e de acontecimentos incompreensíveis, estamos todos saudosos da simplicidade da vida, da pureza angelical da criança, em cujo olhar se reflete a candura e a essência divina, que o adulto lamentavelmente perdeu, porque mergulhou fundo no mundo das coisas materiais e deu de cara no vazio da existência desnuda.
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6 de Maio de 2009

Práticas educomunicativas, um olhar sobre o inacabado - Por Ismar de Oliveira Soares

Publicado por Aprendaki em Educomunicação

O conceito e a prática da educomunicação vêm ganhando legitimidade à medida que aumenta o interesse pelo campo. É o que demonstra a multiplicação de experiências como a mantida pela Fundação Helio Augusto de Sousa - FUNDHAS, em São José dos Campos, num trabalho assessorado pelo Núcleo de Comunicação e Educação da USP. Nesse sentido, ganham relevância as pesquisas e os estudos sobre o tema.

Aprendaki soma-se a este esforço de reflexão socializando com seus leitores um interessante artigo publicado em 2005, pela Agencia ConoSur, da Argentina, de autoria de Emanuel Gall, sob o título “Prácticas educomunicativas: miradas sobre lo inacabado”, que revela com o conceito veio sendo construído na prática social de luta latino-americana pela liberdade de expressão.

O artigo será utilizado como fonte de um artigo inédito que o professor Ismar de Oliveira Soares vai publicar na revista Nomadas, da Colombia.

Republicação de artigo de Emanuel Gall (2005) no Aprendaki

Prácticas educomunicativas: miradas sobre lo inacabado

Emanuel Gall

Publicação Original
Agencia ConoSur
Autor: Emanuel Gall
02/02/2005
Fuente original: http://www.proyectoconosur.com.ar/Noticias/NoticiaMuestra.asp?Id=3465

En líneas generales estas iniciativas se enmarcan en la perspectiva de propuestas políticas más abarcadoras que se proponen la transformación del mundo y la construcción de nuevas relaciones sociales y nuevas maneras de percibir la propia existencia.

Asimismo la misma justificación de su aparición y las razones en las que se fundamenta su necesidad las posiciona como prácticas de antagonismo y resistencia a las tradicionales maneras de concebir la comunicación y la educación. Por un lado como negativa a ligar la comunicación a lo que imponen las matrices culturales vinculadas a las producciones de los grandes medios masivos (que concibe a la sociedad como un conjunto de individuos aislados, manipulables, consumistas, movidos por intereses egoístas, pragmáticos, etc) y por otro como oposición a los esquemas pedagógicos que se imparten a través de las instituciones educativas oficiales (Las escuelas, las universidades tanto públicas como privadas).

Estas intervenciones encuentran inspiraciones teóricas en los pilares conceptuales de teorías deudoras de la tradición de la educación popular, la teología de la liberación o las teorías críticas sobre educación y también en la Escuela de Frankfurt, las tradiciones culturalistas, las teorías de la recepción, la economía política de los medios y la semiótica.

Un cruce multidisciplinar que se embebe de las herencias teórico-prácticas que históricamente han servido para constituir campos de conocimiento en torno a objetos de estudio por demás variados.

Actualmente encontramos una sobreabundancia de prácticas educomunicacionales que pese a percibirse a sí mismas desde las seguridades que brindan las sensaciones de pertenencias a determinadas tradiciones teóricas no encuentran justificaciones conceptuales como producto de esfuerzos de relevamientos o sistematizaciones, o como resultado de la observación crítica de las propias acciones. En general los aportes teóricos discurren en torno a un conjunto más o menos significativo de especulaciones sobre lo ya escrito, lo ya hecho y lo ya consolidado en estos campos.

Este artículo se propone enlazar algunas ideas que Jorge Huergo, Rosa María Torres y Gabriel Kaplún despliegan respecto de las prácticas educomunicativas, de sus potencialidades transformadoras así como de sus limitaciones y sobre la necesidad de

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construir lenguajes que sean capaces de dar cuenta de las aspiraciones utópicas que justifican las prácticas. Con el mismo espíritu tomamos algunos aportes que sirven para puntualizar problemas comunes que aparecen en las prácticas con la finalidad de que abonen elementos valiosos a la construcción de teorías capaces de darles sustento.

De emisores a educandos

Podemos sintetizar en tres etapas más o menos delimitadas y diferenciables las distintas concepciones que configuraron históricamente la relación entre la educación y la comunicación.

1ª - Por un lado las que se basaron en la transmisión lineal, los modelos que asignaban roles fijos entre los emisores y los receptores y que consideraban a la práctica educativa y comunicativa como un acto de transporte (de un mensaje o un conocimiento) de un polo A a otro B. La comunicación y la educación se convierten en actos cuya eficacia depende de la adecuada utilización de un código o un lenguaje y su concreción efectiva debe garantizar el mínimo de ruido posible, el control infinitesimal de las distorsiones para que la cadena de trasmisión no se vea interrumpida en el camino que une los dos polos a vincular.

2ª. En una segunda etapa se contempla la necesidad del Feedback o retroalimeantación. Para que los receptores optimicen la creación de habilidades, conocimientos, capacidades o para que adquieran eficazmente una información se debe verificar y ajustar los efectos que produce la acción educacional o comunicativa, las consecuencias de la intervención. Pero esta perspectiva no se preocupa por incentivar la participación, ni considera la enseñanza y el aprendizaje como procesos complejos donde interfieren factores no medibles, ni reductibles a un número finito de previsiones y variables de ajuste. Sigue en la línea de considerar al “otro” como un destinatario pasivo que reacciona de modo más o menos lineal y mecánico a mis impulsos o emisiones. Desde el punto de vista educativo los dos modelos citados se enmarcan en lo que Freire llamaba educación bancaria, una concepción que pone el énfasis en el traslado o depósito desde un agente activo a otro pasivo.

Una respuesta crítica al modelo que propone el seguimiento de la instancia receptiva con la finalidad de aceitar el control del proceso comunicativo es el sugiere que el comunicador no necesita tanto retroalimentación como prealimentación, necesita conocer profundamente a aquellos que está buscando poner en comunicación, con la meta no tan basada en la comunicación de cosas sino en el establecimiento de vínculos que ayuden a que los participantes se comuniquen entre sí.

3ª De este modo una tercera etapa, puede considerarse enmarcarda en un esquema que algunos llaman emirec. Desde esta perspectiva (inspirada en Paulo Freire desde su concepción pedagógica) la comunicación y la educación son concebidas como actividades grupales, nunca individuales. Actividades donde antes que nada hay un grupo que dialoga consigo mismo y en la que se atribuye al educador (comunicador) el rol, no de transmitir un conocimiento acabado e irrefutable, sino el de facilitar y ayudar al grupo a compartir el conocimiento que tiene en su interior y a tomar del mundo nuevos conocimientos.

Conocimientos que puedan ser usados con la finalidad de transformar el mundo y las relaciones sociales que lo conforman. La educación entonces es esa producción colectiva de conocimiento que genera nuevas herramientas (conceptuales, valorativas, técnicas, conductuales, etc) que ayudan a modificar las prácticas y a visualizar las múltiples maneras en que se producen relaciones opresivas,

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al tiempo que otorga nuevas cuotas de poder que gestan la emergencia de sensibilidades y niveles de conciencia como para transformarlas. Nunca se aprende por aprender. Como afirma Jorge Huergo el proceso educativo en su finalidad política puede tener un sentido hegemónico o contrahegemónico en la medida que tienda a generar prácticas o conformistas o cuestionadoras (y resistentes) respecto del orden social establecido.

Pero aunque la educomunicacion no pueda concebirse por fuera de una práctica grupal es importante dejar claro que el educador, facilitador o coordinador de una experiencia de educación popular no debe quedar diluido en la dinámica del colectivo. Su rol no puede perderse de vista si consideramos al proceso enseñanza-aprendizaje como un pequeño viaje que se propone el traslado desde un punto de partida a un punto de llegada de los sujetos de conocimiento, y que el proceso educativo no se evalúa solo desde los intercambios democráticos (con principios dialógicos, horizontales, no autoritarios, no impositivos) sino también desde los saltos cualitativos en términos de los conocimientos que portan los participantes.

Cada experiencia de educación popular se debe proponer elevar la capacidad crítica de los participantes. La socialización de códigos y lenguajes, pero también de técnicas y habilidades concretas que formen parte de los códigos culturales que la sociedad en su conjunto valora y legitima. O sea, las metodologías y las técnicas empleadas son una de las dimensiones de la propuesta educativa pero en ningún caso las únicas ni las más importantes.

Rosa María Torres nos recuerda que “es necesario (para los educadores populares) pensar rigurosamente en la pertinencia , comprensión y utilidad de los contenidos mismos que se pretenden abordar con el evento” (pág 23). Pensar en el qué y no solo en el cómo enseñar, evitar la caída en metodologicismos que impiden analizar y discutir acerca del tipo de conocimiento que compete a la práctica de educación popular y tomar posición con respecto al papel de la teoría y del conocimiento, así como de sus portadores. La educación popular (y la comunicación popular) no pueden reducirse a fórmulas y recetas como sustitutos de la labor pedagógica.

La posibilidad de distanciarse y criticar la propia práctica permite esperar un tipo particular de educomunicador que se impone como horizonte la autopercepción como educando, como sujeto que desea aumentar sus niveles de conocimiento, pensamiento crítico, participación y conciencia.

En consecuencia las prácticas educativas liberadoras deben partir de un triple reconocimiento.

A) Por un lado, deben ser capaces de comprender que los sectores populares tienen reivindicaciones educativas legítimas, deben dar respuestas a esas reivindicaciones pero además deben pensarse como verdaderas alternativas (por su propuesta liberadora) de la educación institucional.

B) No alcanza con criticar a la escuela o la educación tradicional sino que es preciso que el cumplimiento de objetivos claros en cuánto a la producción de conocimientos que respondan a las aspiraciones populares permita visualizarla como opción legitima. Kaplún sostiene que toda organización (o toda práctica de intervención organizada, como las prácticas de comunicación/educación) está atravesada por instituciones, por lógicas sociales que definen roles, establecen lo proscrito y lo prescrito , lo que se puede y lo que no se puede hacer. Por su parte las organizaciones (en este caso los colectivos de educomunicadores) realizan esas instituciones y mediatizan la relación entre el sujeto y la institución. Pero las Instituciones (como la educación) son

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bastante más antiguas y más abarcadoras social y psicológicamente que las organizaciones (aunque esta se proponga dinámicas innovadoras), y en consecuencia cuentan con un peso específico ganado a lo largo de la historia que no se desprende sólo con voluntarismo. No puede obviarse la reflexión sistemática sobre la tensión (la pelea) que se configura entre lo instituido y lo instituyente, entre lo establecido y lo que nace como continua capacidad de creación, entre los productos de la historia y las promesas de futuro que le dan identidad a las prácticas de comunicación / educación. C) Pero esta tensión nunca se salda por sí sola, no se trata de desacreditar todas las instituciones descartando lo ya establecido y proponiendo innovaciones de modo acrítico, y tampoco de evitar concebir nuestra propia práctica y nuestra “organización” como un movimiento vital que necesita ser constantemente repensado, reelaborado y en transformación de si mismo para poder superar la cristalización en modos de funcionamiento que debilitan nuestras acciones (y al colectivo). Si la comunicación/educación popular se propone ampliar niveles de conciencia y enfrentar la actitud dogmática introyectada por la educación tradicional no puede reducirse nunca a ser un inventario de principios y postulados generales que se interpreten y se apliquen cómo fórmulas. La educación popular es una fuerza que intenta involucrar a un colectivo de personas en un proceso constructivo de explicaciones de todo lo que se cuestiona, de ahí su sentido político y la necesidad de enmarcarla en un proyecto de largo plazo.

Por un lado el pensamiento crítico no es asemejable a la explicación digerida, elaborada por un grupo de elegidos con verdades irrefutables sino un modo comprensivo de abordar la realidad y los fenómenos que encierra. Pero por otro lado y fundamentalmente el pensamiento crítico no se vincula a una suerte de dádiva que un grupo de personas afortunadas le otorgan a impávidos carenciados que lo esperan con fruición y no consiguen imaginar ni siquiera los modos de agradecerlo. El pensamiento crítico puede emparentarse, en todo caso, con conjuntos de indicadores que denotan que un grupo de participantes de un encuentro educativo/comunicativo (esto comprende a educadores y educandos) ha vivido un profundo proceso de transformación en su modo de percibir y asumir la realidad y sobretodo en la capacidad de generar distanciamientos reflexivos de la propia práctica para poder transformarla. Es un pequeño
torbellino en las mentalidades de todo un grupo y no sólo en las de los beneficiarios de un servicio o favor que un grupo le hace a otro.

EL OTRO

Uno de los tantos principios (¿fórmulas?) propalados por los educadores/comunicadores populares tiene que ver con partir del “otro”, con considerar sus experiencias, su cultura, sus saberes prácticos, sus deseos y sus horizontes, etc aunque no siempre exista un consenso del por qué o el para qué de esta elección. Lo cierto es que esto no debería tener que ver con una predisposición condescendiente que se permite el lujo de escuchar al otro para negarlo al paso siguiente, para desautorizarlo o desmerecerlo. La diferencia se encamina dentro de los marcos del proyecto pedagógico, político y comunicacional.

Los saberes y las perspectivas del “otro” cuentan con un considerable nivel de utilidad en el proceso educativo, son los verdaderos datos duros de los cuales se parte. Son las visiones que señalan los posibles caminos y orientan las tácticas y delimitan las estrategias a seguir por el grupo formador. No puede pensarse un proceso de enseñanza aprendizaje sin considerar las perspectivas concretas de los actores involucrados. Pero no solo esto, forma parte de las cualidades propias del educomunicador deducir (y/o intuir) las fuerzas instituyentes que emanan de los discursos y de las

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prácticas de los educandos. La capacidad de identificar en ellos no solo la dimensión reproductiva de las estructuras opresivas internalizadas por el sometimiento cotidiano a las reglas del sistema, sino también las potencialidades creativas que nos ayudan a superar lo instituido y que nos permiten imaginar nuevas dimensiones de instituciones que nos atraviesan, como colectivo y como individuos.

Gabriel Kaplún habla de la importancia de conectar con el otro, de empatizar, para partir desde ese nudo originario y poder delinear canales de comunicación con los actores con los que actuamos. Empatía que no es simpatía, que no está ligado a los espúreos esfuerzos por caerle bien o mal a un otro, la empatía se vincula con una capacidad comunicativa, donde la importancia reside en la facultad de escuchar al otro, de poder adoptar su punto de vista con respecto a un problema, a un objeto de análisis independientemente de acordar o no con este. Se puede empatizar con el otro, inclusive con profundas discrepancias ideológicas, se puede legitimar su interés, su punto de vista, su opinión y comprometer al grupo a actuar desde la comprensión. No hay avance conceptual ni profundización cognitiva a partir de la eliminación del saber del otro, dado que todo proceso de enseñanza aprendizaje debe ser integrador y comprensivo, debe poder dialogar con aquello que cuestiona, debe poder incorporar las visiones precedentes al paraguas que abren las nuevas perspectivas.

Los lenguajes y el color de la vida

En el camino que constituye la búsqueda de prealimentación debemos considerar el problema de los lenguajes y los códigos. Se entiende por lenguajes a los universos de significación (musical, visual, oral, gestual, etc) y los códigos como los sistemas de reglas específicos dentro de cada lenguaje (puede ser un idioma dentro del lenguaje oral, o los códigos territoriales, regionales, étnico, de clase, etc).

Esto lo podemos considerar al interior de nuestra organización y en vistas a plantear una generación de vínculos educomunicacionales con otros actores, otros colectivos, organizaciones, etc.

Reflexionar (y problematizar) acerca de la dominancia del lenguaje escrito que nos lleva a imaginarnos estrategias comunicativas muchas veces limitadas, restringidas y enriquecer las potencialidades de nuestros diversos lenguajes para abrir canales de comunicación fructíferos con actores que pueden basar su comunicación en la utilización de la oralidad, la gestualidad, los recursos audiovisuales, etc.

Pensamos los usos de lenguaje porque reflexionar acerca de los lenguajes con los que nos comunicamos complejiza el concepto mismo de lenguaje al no circunscribirlo solo al campo de las elecciones de recursos.

No se trata de elegir determinadas palabras “para expresar cosas”, usar más algunos sustantivos que otros, algunos adjetivos o verbos, etc, o inclusive poner el acento en la utilización de determinados códigos o lenguajes, sino de comprender que los lenguajes son estructuras, son cuadrantes dentro de los cuales se desarrollan los pensamientos. Tienen fundamental importancia no solo en las maneras en que se expresan los mundos sino en los modos en que se los conciben y nos remiten siempre a las densidades culturales, al entramado invisible que estructura las prácticas y organiza los modos de intercambios dentro de las comunidades.

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Si concebimos al lenguaje como un fenómeno complejo y no solo en su dimensión estética podemos comprender su dimensión pragmática, los distintos usos que los actores le dan. Nos ayuda a diferenciar entre lenguajes que explotan lo concreto, que sirven para decir cosas que se hacen (muy común en las maneras de utilizar el lenguaje en los sectores populares) , de aquellos lenguajes que por sus características descriptivas son proclives al desarrollo de reflexiones abstractas, más típico del mundo académico y de las estructuras cognitivas de la educación formal. No se trata de elegir uno en detrimento del otro sino de comprender sus lógicas de funcionamiento para poder situarnos en esa tensión inevitable en los procesos de comunicación popular.

Con respecto a los códigos Kaplún distingue entre códigos A)perceptivos (los elementos, los signos que componen un lenguaje) y B) asociativos (que es el hilo que se produce entre esos elementos, su distribución espacial, su organización a lo largo de un texto, etc). Estos componen distintas dimensiones del proceso comunicativo que se combinan y generan un todo. Su capacidad significante radica en esa combinación, y esto está íntimamente ligado con una mirada holística del lenguaje. Muchas veces los materiales educativos pierden capacidad comunicativa por no considerar la doble dimensión de los códigos. Un mismo texto en distintos formatos puede variar en un contexto determinado su potencial significante.

También hay códigos C) experienciales, culturales e ideológicos. Los primeros tienen que ver con las vivencias de aquellos con los que queremos comunicarnos, con los conocimientos que adquieren en sus prácticas cotidianas. Cualquier ejercicio de reflexión que intentemos intercambiar con otros actores debe retomar el universo cognitivo de los actores con los que trabaja. Debe poder adaptar el contenido de nuestro mensaje a las expectativas y los horizontes de los receptores a partir de sincronizar con la lógica y la dinámica de la rutina de la vida de los participantes. No existen temas difíciles que no puedan tratarse con “otro”, lo que muchas veces existe son codificaciones equivocadas que no consideran la dimensión experiencial de los lenguajes que se usan.

Los códigos culturales tienen que ver con la dimensión histórica, con ese entramado invisible pero presente que hace que una comunidad sea lo que es y no otra cosa, su historia, sus espacios, sus mitos, sus leyendas, sus héroes anónimos, sus ídolos artísticos, etc. El color de la vida, en palabras de Kaplún, eso que matiza los encuentros y que se rehúsa a ser caratulado de modo certero.

Por último los códigos ideológicos que podemos entenderlos como formas de ver el mundo, de construirse el mundo para el entendimiento. Esta es la dimensión de los códigos que exige por parte del educomunicador un esfuerzo de empatía, que no significa concesión, que no acepta como irrefutable el punto de vista del otro sino que parte de este para generar un diálogo con vistas a establecer puntos de encuentro, convergencias, comprensión mutua y sobretodo que asienta la base a partir de la cual se van a generar reconceptualizaciones que permitan abrir el mundo a nuevas perspectivas, que abriguen la posibilidad de moldear prácticas novedosas con el fin de transformarlo.

Todos los códigos tienen una fuerza instituyente e instituida que debe ser retomada en los encuentros para ponerlas a disposición de un enlace de acciones productivas donde se generen experiencias nuevas a partir de la recreación de lo viejo, de lo ya establecido. Como ejemplo de esto Kaplún cita las potencias que facilitan las operaciones de decodificación activada (el uso de metáforas y metonimias con que una comunidad o grupo realiza asociaciones ligadas a su memoria cultural y a sus imaginarios que sirven para escapar a la linealidad de los mensajes y para que estos
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aludan a palabras, imágenes, historias que están muy ligadas afectivamente a la comunidad con la que trabajamos). Con igual finalidad productiva actúa la coyuntura cultural, como aquel rasgo que hace a la coyuntura de la vida comunitaria que no es sólo su realidad política o económica (puede ser una fiesta típica, un ritual, una fecha de homenaje, o un evento esperado en la comunidad) y que bien puede disparar una reflexión colectiva. Los eventos culturales deben ser enfocados desde una óptica política para ponerlos al servicio de un trabajo de reflexión colectiva que ayude a comprenderlos desde el punto de vista de la incidencia que tienen en la vida cotidiana de la comunidad y en los problemas vitales que esta presenta.

INVESTIGACIÓN

El proceso de PREALIMENTACIÓN supone un espíritu y una voluntad de investigación rigurosa por parte de los educomunicadores en diferentes niveles. Por un lado una investigación temática que implica conocer en profundidad los temas que van a ser tratados en los encuentros o talleres, conocer el conjunto de textos que abordan esa temática, los principales debates, las referencias bibliográficas, ser capaces de historizar la problemática, de enmarcarla en un caudal dialógico en movimiento. Transmitir no solo las ideas fuerzas que estructuran al tema sino el espíritu investigativo, ese que nos hace mirar el tema de modo retrospectivo y nos conduce a esos “otros” que antes que “nosotros “ se preocuparon por esos temas y supieron darle algún tipo de solución o salida. Al mismo tiempo una investigación diagnóstica que nos acerque respuestas a las incógnitas de con quiénes queremos comunicarnos, para quiénes es el mensaje que estamos construyendo, cuáles son las prácticas que nos imaginamos factibles como resultado de nuestra intervención. Conocer a los sujetos participantes, el contexto cultural pero también su estructura psíquica, ser capaces de advertir no solo las potencialidades transformadoras de los sujetos sino también las razones por las cuales pueden manifestarse procesos de resistencia a los cambios para poder considerarlos en nuestras estrategias y para poder prefigurar los tiempos de nuestra intervención.

Con respecto a todo lo mencionado R.M.Torres nos recuerda que las propias nociones de capacitación y formación no son aplicables sólo a los educandos o sectores de la base sino que es fundamental asumirlas para los propios capacitadores quienes deben dar cuenta de una formación sólida y permanente.

PLANIFICACIÓN

Cuando se resuelve la planificación de un mensaje educativo se comienza por la etapa de estructuración de contenidos (la definición de los temas de los que se va a hablar) estableciendo un eje conceptual, un tema principal, el núcleo de lo que se va a trabajar. Este eje es principalmente organizador de los temas y ordenador de los contenidos. Luego se delinea el eje pedagógico, el que toma en cuenta a los sujetos con los que se trabaja, que parte de sus ideas constructoras, o sea las ideas que tiene acerca del tema que vamos a tratar para poder dibujar el camino que vamos a recorrer. El eje pedagógico es mi propuesta de llegada, la que señala el punto de donde partimos, los recursos con los que contamos y el punto al que queremos llegar. La educación siempre supone cambios, aprender es cambiar, lo mío siempre es una propuesta de cambio por eso tengo que saber siempre con qué estoy trabajando, de dónde estoy partiendo.

Por último el eje comunicacional. El que implica conocer los códigos para poder desarrollar modelos de interpelación, como los llama Jorge Huergo. Las ideas que voy a sostener o reafirmar en
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mi práctica educomunicativa tienen que ser fácilmente reconocidas por los actores con los que estamos estableciendo el vínculo. Necesariamente tienen que portar una matriz de identificación que los invite a adherir a partir de algún elemento que sientan propio, que sientan significativo. No en todos los casos los actores se ven interpelados por los mismos elementos, ni a partir de los mismos recursos porque esto varía según las identidades sociales a las que pertenecen los sujetos de los encuentros educativos. Se puede establecer un reconocimiento y una adhesión a partir de una pertenencia a un “nosotros” fácilmente identificable que nuestro discurso convoca y agita. Esto sucede, por ejemplo, en los ámbitos militantes con la utilización de un discurso político reconocido por todos y aceptado. Pero también puede haber reconocimientos del orden de lo emocional como son los usos de las simbologías, las jergas y algunas producciones artísticas propias de la comunidad. O puede provocarse un reconocimiento a partir de las narrativas históricas comunes, esa parte de la historia que nos marca a todos por igual más allá de las biografías personales. Podemos pensar en la capacidad de reconocimiento que tienen las fechas 19 y 20 para establecer un punto cronológico que todos podemos reconocer como un viraje trascendente en nuestra historia nacional.

El universo cultural que delinea al eje comunicacional es ese espacio imaginario que me facilita conocimientos significativos durante el proceso de prealimentación, y me provoca para que mis mensajes se articulen con los principios asociativos de la comunidad, con las operaciones de decodificación activada e integre la coyuntura cultural.

Esto habilita la elección de los lenguajes, de los códigos, los recursos, los elementos, las estructuras de relato, las candencias, los tiempos de los mensajes, etc. El rescate de las potencias que se encierran en las costumbres, las tradiciones, las figuras retóricas o poéticas, de las fuerzas comunicacionales que también se adecuan al eje pedagógico y conceptual.

Encontramos en estos tres ejes un acercamiento integrador de lenguaje y universo cultural, la posibilidad concreta de partir de sujetos encarnados, de sujetos con prácticas y vivencias pero también con ideologías y convicciones, con conocimientos intuitivos pero también con profundas reflexiones acerca de sus quehaceres y sus palabras. La utilidad de estas consideraciones radica en la posibilidad de proyectar la práctica pedagógica a partir de premisas reales, de datos objetivos que nos ayudan a imaginar caminos concretos. A veces más modestos, sin profecías ni promesas de cambios radicales a corto plazo pero con la ventaja de encontrar que los cambios pueden ser palpables y visibles.

Breve, brevísimo cierre

Lejos está nuestra intención de pretender que este acotado conjunto de señales que se desprenden de nuestras prácticas representen la totalidad de problemas y llamados a la reflexión. Tiene más que ver con la voluntad de arribar nuestra mirada al plano en que se enfrentan nuestro decir y nuestro hacer. Lo que creemos que hacemos cuando hacemos y también lo que hacemos diciendo lo que decimos, ni teoría acabada ni práctica consolidada. Un retazo de ambas para ponerlas en acción también en sus encuentros, con la idea utópica de que las acciones transformadoras se dan también cuando decidimos descansar y pensar en lo que hicimos.

Si creemos que la tarea educomunicativa (que se propone dialógica, participativa, crítica, horizontal, procesual, etc) condensa los préstamos que enriquecen mutuamente tanto a la
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comunicación a partir de su dimensión pedagógica (mismo a sabiendas de que la comunicación no puede ser reducida a esta) como a la educación en lo que hace a la dimensión comunicacional de toda práctica educativa, no podemos evadir el hecho de que la complejización de estos cruces encuentran asidero en las propias prácticas. Allí donde las palabras no llegan a abarcar la experiencia, o donde estas se desbordan cuando idealizan los resultados de las prácticas concretas. La idea es seguir en este ida y vuelta para ajustarnos a un lenguaje que cada vez más diga lo que hace.

Fuentes utilizadas

Jorge Huergo, “Lo que articula lo educativo en las prácticas socioculturales”, en www.revistanodos.com.ar

Rosa María Torres, “Discurso y práctica en Educación Popular”. Centro de investigaciones CIUDAD, Quito, 1988.

Gabriel Kaplún, “Comunicación Popular: ¿Es o se hace?”. 5º Seminario-Taller Anual
Del Programa DRC, Centro Nueva Tierra.

Emanuel Gall
Agencia Conosur - DPA

5 de Maio de 2009

Aprendendo com Ayrton Senna! - artigo de ´Wagner Campos

Publicado por Aprendaki em Eventos Educacionais

Wagner Campos - escreve sobre Marketing e Motivação
Passei vários domingos de minha juventude assistindo as corridas de automobilismo. Minha maior satisfação era poder ouvir o tema da vitória de Airton Senna e saber que um brasileiro estava trazendo para dentro das casas de milhares de brasileiros, um motivo a mais para acreditar, sorrir e sonhar.

Após 15 anos de seu falecimento (ocorrido em 01.05.94) ainda é adorado por todos. Entre tantos sentimentos de vitória e alegria incomparável, aguardado por milhares de pessoas para assim deixarem seus sonhos viajar em uma corrida de determinação e superação, Senna contribui com muitos depoimentos que podem e devem ser utilizados por todas as pessoas e empresários.

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25 de Abril de 2009

Especial sobre TICs no Aprendaki

Publicado por Aprendaki em Comunidade.Aprendaki, Multimídia

Tecnologias & Educação - Capacitação do Educador

NTICs no Aprendaki

O Portal Educacional Aprendaki vem acompanhando ao longo de cinco anos, inúmeras notícias e artigos falando sobre a chegada das novas tecnologias ao ambiente educacional. Em contrapartida, são poucas as informações que falam sobre a capacitação dos educadores para trabalhar com ousadia, irreverência e sabedoria na área.

Já tem duas matérias, confira:

1. Capacitação do educador precisa ser foco no uso das novas tecnologias

2. Blogs educativos como recurso pedagógico e formativo dos educadores

SAIBA MAIS…

18 de Abril de 2009

7 SENAED

Publicado por Aprendaki em Eventos Educacionais



Get a Voki now!

4 de Abril de 2009

A Crise Mundial, afetou o seu bolso ou foi marolinha? - Por Cláudio Boriola

Cláudio Boriola - escreve sobre Educação Financeira
O dinheiro está curto! A grana desapareceu! Fui demitido? Estou endividado e agora com essa Crise? Essas indagações estão sendo usadas pela maioria. Os brasileiros assim como outros povos não pediram que essa crise aparecesse. Mas, enfim, estamos, dentre os países menos desenvolvidos e, à mercê dos desenvolvidos.

O que ocorreu? - Enquanto estávamos acostumados com as lamúrias do FMI – Fundo Monetário Internacional, tudo bem, nós devíamos.

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