19 de Junho de 2007

O Futuro da TV Educativa

Publicado por Priscila Martins em Virtual Educa | Enviar por e-mail.

Palestra sobre o futuro da TV educativa - Palestra sobre o futuro da TV educativa

Por Priscila Martins

Televisão, um mundo mágico que atrai milhares de pessoas por todo o mundo. Essa junção perfeita entre som e imagem permite as pessoas, até as menos favorecidas, ter acesso à informação. Pensando nisso, criou-se as TV’s educativas que tem como objetivo principal formar cidadãos mais conscientes.

Durante os eventos realizados no dia 19 de junho, pelo Virtual Educa 2007, uma das atividades foi destinada ao “Futuro das TV’s Educativas”.

No decorrer da mesa redonda que se formou para debater esse assunto, muito se questionou a questão do envolvimento do poder político nesta temática. Para Gabriel Piolli, Presidente da Televisão América Latina, a TAL, o futuro da TV Educativa está vinculado à definição do processo da rede pública federal.

Estiveram presentes neste Seminário grandes nomes do segmento, dentre eles: Gabriel Priolli, já citado acima, Cláudio Magalhães – Vice Presidente da Associação Brasileira de Televisão Universitária , a ABTU-, Ana Lucia Gomes – Gerente Executiva da Tv canal Futura e Viviane de Paula Viana, que é Coordenadora da TV Escola.

Cada representante de sua entidade pode falar um pouco da mesma e discutir sobre novas propostas e dificuldades da TV Educativa. Ana Lucia Gomes do canal Futura, mantém parcerias com Universidades, ONG’s e movimentos Sociais e afirma quea maior dificuldade em manter uma TV Educativa é a sustentabilidade.”É dar conta de tantos projetos, tantos programas, com o orçamento que se tem e com o desejo de crescimento, é a gente conseguir conciliar isso”. Já para Viviane de Paula da TV escola as adversidades se resumem em encontrar programas de qualidade que atendam as necessidades especificas de um canal voltado para formação e capacitação de professores e para o enriquecimento do processo de ensino e aprendizagem.

Após as discussões acerca do Futuro da TV Educativa, o mediador Cláudio Magalhães da ABTU, concluiu da seguinte maneira: “Acreditamos que ela tenha um futuro promissor, um futuro que depende, sim, do Estado, mas que também depende de cada um de nós que produzimos no campo público, e nesse sentindo a tecnologia está cada vez nos ajudando mais. Então a gente conclui que já fizemos muita coisa, mas temos muito o que fazer, mas juntos a gente consegue produzir e principalmente ensinar as pessoas a fazerem televisão e isso sim é uma televisão educativa”.

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