24 de Junho de 2008

Congresso Internacional de Educação - Tarde do dia 24 - 9 CM

Publicado por Aprendaki em Eventos Educacionais, SME_SJC | Enviar por e-mail.

Mais nove comunicações orais enriquecem o primeiro dia do Congresso Internacional de Educação. “Práticas curriculares emancipatórias no cotidiano escolar” é apresentado por Helena Maria dos Santos Felício, “Comunidade e comprometimento no ambiente escolar” por Patricia Fazzio Martins e “Por que é importante ensinar gêneros de textos?” por Sibéria Regina de Carvalho.

Às 14h30 dão continuidade às apresentações com Ana Paula Sá Menezes e Josefina B. Kalhil apresentando “Jogo de trilha como recurso facilitador na aprendizagem de matemática”, Luciana Garcia de Lima com o tema “Educação em tempo integral no Ensino Fundamental e apoio socioeducativo”.

A tarde é finalizada com as seguintes apresentações: “As avaliações externas e o currículo escolar: o que dizem os professores” por Patrícia Cristiane R. de Sá, Camila M. Rodrigues e Silvia Helena P. Púpio; “Disciplinas eletivas: o aluno constrói parte de seu currículo escolar” por Ana Maria N. Duarte e Monica Yumi K. Gonçalves e “Reflexão crítica como estratégia de ensino-aprendizagem nas aulas de geografia” com Mônica de Toledo S. Spegiorin.

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JOGO DE TRILHA COMO UM RECURSO FACILITADOR NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA
Sinopse: O uso de atividades lúdicas no ensino de Matemática é fundamental no processo ensino-aprendizagem e o uso de jogos didáticos pode ser um importante auxiliar neste processo de construção do conhecimento do estudante. Este artigo é voltado para pesquisadores e professores que buscam uma proposta alternativa no que diz respeito à Instrumentação no Ensino de Matemática. Acreditamos que a atividade lúdica proporcione um encanto prazeroso não só em crianças, mas também em adolescentes e adultos. O objetivo deste artigo é propor o uso de um jogo didático que ajudará tanto o educador quanto o educando num aprofundamento do conteúdo de Problemas de 2º Grau. A fundamentação teórica utilizada se baseou na Teoria Interacionista (Piaget, Vigotsky, Wallon), na Teoria da Aprendizagem Significativa de Ausubel e nos conteúdos específicos de Matemática.

Ana Paula Sá Menezes
Mini-currículo: Especialista em Ensino de Matemática pela UFAM - Universidade Federal do Amazonas (2008). Licenciada em Ciências pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de Cruz Alta/RS (1999) - UNICRUZ. Técnica em Mecânica pela Escola Técnica Federal do Ceará (ETFCE). Atualmente, é Aluna do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências na Amazônia - UEA - sob orientação da Prof. Dr. Josefina B. Kalhil. É professora de Ciências Físicas e Biológicas em escolas públicas do Estado do Rio Grande do Sul (em Licença). Tem experiência nas áreas de Ensino de Ciências, Matemática e Física, atuando, principalmente, nos seguintes temas: Ensino de Física, Ensino de Ciências, Ensino de Matemática, Uso de Materiais Lúdicos no Ensino, Uso de Novas Tecnologias na Educação.
Josefina Barrera Kalhil

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REFLEXÃO CRÍTICA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO-APRENDIZAGEM NAS AULAS DE GEOGRAFIA

Sinopse: Este texto analisa a importância da reflexão crítica como instrumento de organização e transformação do trabalho dos professores dentro de uma perspectiva sócio-histórica-cultural, em que as atividades didáticas planejadas devem ser estruturadas, tendo como meta uma intencionalidade que visa, primordialmente, a compreensão da realidade vivida pelo aluno, para uma mais efetiva inserção social e exercício da cidadania. Apresenta, mais especificamente, o papel da Geografia no currículo escolar que, ao contrário daquilo que prevalece, deve ser o de propiciar uma melhor compreensão da lógica estruturante do espaço geográfico, capacitando o indivíduo para analisar e argumentar com base em conceitos científicos sobre o espaço geográfico.

Mônica de Toledo e Silva Spegiorin
Mini-currículo: Bacharel em Geografia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas e licenciada pela Faculdade de Educação, ambas da USP. Mestre em Lingüística Aplicada pela PUC-SP e pós-graduada em Currículo e Prática Educativa-PUC-RJ. Atualmente dedica-se à formação de educadores, consultoria e assessoria educacional pela FECAP-SP e responsável pela metodologia denominada de Performance na Educação. Atua como professora na Esfera Escola Internacional em São José dos Campos.

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POR QUE É IMPORTANTE ENSINAR GÊNEROS DE TEXTOS?

Sinopse: O objetivo central desta comunicação é de apresentar as concepções teóricas que sustentam nosso trabalho sobre o ensino de gêneros e elaboração de material didático, assim como, demonstrar com simples exemplos a importância desse trabalho no meio escolar.

Sibéria Regina de Carvalho
Mini-currículo: Formada em Pedagogia pela Faculdade de Educação de Guaratinguetá.
Possui Extensão Universitária pela PUC –SP - Curso: Atividades de Linguagem e Elaboração de Material Didático, Pós-graduada em Psicopedagogia – UNIVAP – Universidade do Vale do Paraíba e Mestrado Interdisciplinar em Semiótica, Tecnologias da Informação e Educação – Universidade Braz Cubas. Doutoranda em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem - PUC-SP. Professora aposentada da Rede Estadual de Ensino, rede na qual trabalhou 26 anos.
É Professora da Rede Municipal de Ensino há 15 anos, sendo que nos últimos 04 anos, trabalha como Orientadora Pedagógica, na EMEF Profª Rosa Tomita.

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A NEGAÇÃO DA INFÂNCIA

Sinopse: Considerando o conceito de infância como sendo socialmente produzido, variando, portanto, no tempo e espaço, procuramos investigar o surgimento deste e sua transformação ao longo da história para que pudéssemos compreender as influências da sociedade atual, denominada pós-moderna, neste período da vida. Assim examinada, a noção de infância passa a ser o ponto de partida da elaboração de um pensamento crítico de contornos contemporâneos. Conhecer como a sociedade atual delineia a infância ajuda a melhor compreender a própria criança e as expectativas dos adultos em relação a ela, que às vezes, impõem modelos e situações contraditórias. Para buscar compreender os elementos que contribuem para a negação da infância na sociedade pós-moderna, utilizamos a metodologia das histórias de vida narradas por pais, avós e professores, tendo, como pano de fundo, a hipótese de que ao não vivenciar plenamente a infância, o indivíduo, quando adulto, tende a, inconscientemente, voltar a essa fase em busca de algo perdido, tornando-se, muitas vezes, um adulto infantilizado.
Luciana Garcia de Lima
Mini-currículo: Psicoterapeuta cognitivo-comportamental (UMC e ITC), Especialista em Psicopedagogia (PUC-SP) e Mestre em Semiótica, Tecnologias da Informação e Educação (UBC). Atua em consultório particular, é psicóloga escolar (Colégio Interativo) e atua como pesquisadora em dois grupos de pesquisa: Qualidade em Educação Infantil: tempo e espaço (PUC-SP) e Histórias de Vida como abordagem metológica (UBC). É também colaboradora da Revista Opinião (Mogi das Cruzes) e autora do livro A negação da Infância.

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AS AVALIAÇÕES EXTERNAS E O CURRÍCULO ESCOLAR: O QUE DIZEM OS PROFESSORES?

Sinopse: Este artigo se propõe discutir e refletir sobre os sistemas externos de avaliação, buscando identificar de que forma os resultados retornam para as respectivas escolas e como estes são utilizados como direcionadores das práticas pedagógicas em busca da qualidade do ensino. A pesquisa foi realizada a partir da disciplina Concepções de Currículo na Educação Básica, do quinto período do Curso de Pedagogia (2007), da UNIVAP - São José dos Campos/SP. Os resultados apontaram para a importância da prática avaliativa na Unidade Escolar, seja interna ou externa. Contudo, a forma padronizada pelas quais as provas são elaboradas ainda impede a possibilidade dos resultados contribuírem de forma efetiva para a melhoria do currículo escolar e conseqüentemente da realidade educacional no país.
Patrícia Cristiane Ribeiro de Sá
Mini-currículo: Graduanda em Pedagogia do Instituto Superior de Educação da Universidade do Vale do Paraíba/ UNIVAP de São José dos Campos/SP.

Camila Monteiro Rodrigues
Mini-currículo: Graduanda em Pedagogia do Instituto Superior de Educação da Universidade do Vale do Paraíba/ UNIVAP de São José dos Campos/SP.

Sílvia Helena Pinto Pupio
Mini-currículo: Graduanda em Pedagogia do Instituto Superior de
Educação da Universidade do Vale do Paraíba/ UNIVAP de São José dos Campos/SP.

Maria Angélica Gomes Maia
Mini-currículo: Mestre em Educação, Semiótica e Tecnologia pela Universidade Brás Cubas, Arte-Educadora (ECA-USP), psicopedagoga e pedagoga.

Ronaldo Alexandre de Oliveira
Mini-currículo: Doutor em Educação, docente/Departamento de Arte Visual da Universidade Estadual de Londrina/PR.

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COMUNIDADE E COMPROMETIMENTO NO AMBIENTE ESCOLAR

Sinopse: Neste trabalho foram medidos o senso de comunidade escolar e o senso de comprometimento religioso entre alunos do 2° e 3° ano do ensino médio que freqüentam escolas confessionais cristãs em diferentes regiões geográficas, sendo elas: São Paulo, (Brasil), Massachusetts, Vermont e Virginia (EUA). Este trabalho apresenta as relações entre senso de comunidade escolar e comprometimento religioso, compara estes dois parâmetros entre alunos de diferentes localidades e culturas, e discute suas implicações nas práticas de

Patrícia Fazzio Martins
Mini-currículo: Doutora em Engenharia Química pela Unicamp e Mestre em Educação
pela Regent University, atua como professora de Science no ensino fundamental II e médio e se interessa por pesquisas na área de senso de comunidade e aprendizagem.ensino.

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DISCIPLINAS ELETIVAS: O ALUNO CONSTRÓI PARTE DE SEU CURRÍCULO ESCOLAR

Sinopse: A necessidade de oferecer ao aluno do Ensino Médio a possibilidade de optar por cursos de seu interesse, incentivou o Colégio Cassiano Ricardo a reorganizar no seu núcleo diversificado um currículo diferenciado que corresponde dez por cento da grade. O objetivo da mudança é para que o aluno desenvolva habilidades como escolha, tomada de decisão e autonomia, tornando-o co-responsável de sua própria formação acadêmica, pois esse leque de ofertas permite-lhe construir o seu próprio currículo e assumir a responsabilidade sobre essa escolha. Essa abertura à nova forma curricular aperfeiçoa a forma de ensinar e atualiza a forma de aprender, diversificando metodologias. O resultado de dois anos de curso mostrou que o aluno amplia o seu conhecimento de mundo e aprofunda práticas educacionais que em aulas convencionais não teria condições.
Palavras-chave: núcleo diversificado, currículo diferenciado.
Ana Maria Natal Duarte
Mini-currículo: Graduada em Língua Portuguesa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo e especializada em Lingüística Aplicada pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de Taubaté. Atuou como professora de Língua Portuguesa desde 1980 e vem exercendo a função de coordenadora pedagógica do Ensino Médio do Anglo São José desde 2000.

Mônica Yumi Kukita Gonçalves
Mini-currículo: Graduada em Pedagogia pela Faculdade de Educação da Universidade
de São Paulo, com especialização em Orientação Educacional e Administração Escolar. Pós-graduada em Psicopedagogia Clínica e Institucional pelo Instituto Sedes Sapientiae. Atua na área da educação há 15 anos e está no Anglo São José desde 2005. Função atual: coordenadora pedagógica do Ensino Médio.

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DISCIPLINAS ELETIVAS: O ALUNO CONSTRÓI PARTE DE SEU CURRÍCULO ESCOLAR

Sinopse: A necessidade de oferecer ao aluno do Ensino Médio a possibilidade de optar por cursos de seu interesse, incentivou o Colégio Cassiano Ricardo a reorganizar no seu núcleo diversificado um currículo diferenciado que corresponde dez por cento da grade. O objetivo da mudança é para que o aluno desenvolva habilidades como escolha, tomada de decisão e autonomia, tornando-o co-responsável de sua própria formação acadêmica, pois esse leque de ofertas permite-lhe construir o seu próprio currículo e assumir a responsabilidade sobre essa escolha. Essa abertura à nova forma curricular aperfeiçoa a forma de ensinar e atualiza a forma de aprender, diversificando metodologias. O resultado de dois anos de curso mostrou que o aluno amplia o seu conhecimento de mundo e aprofunda práticas educacionais que em aulas convencionais não teria condições.
Palavras-chave: núcleo diversificado, currículo diferenciado.
Ana Maria Natal Duarte
Mini-currículo: Graduada em Língua Portuguesa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo e especializada em Lingüística Aplicada pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de Taubaté. Atuou como professora de Língua Portuguesa desde 1980 e vem exercendo a função de coordenadora pedagógica do Ensino Médio do Anglo São José desde 2000.

Mônica Yumi Kukita Gonçalves
Mini-currículo: Graduada em Pedagogia pela Faculdade de Educação da Universidade
de São Paulo, com especialização em Orientação Educacional e Administração Escolar. Pós-graduada em Psicopedagogia Clínica e Institucional pelo Instituto Sedes Sapientiae. Atua na área da educação há 15 anos e está no Anglo São José desde 2005. Função atual: coordenadora pedagógica do Ensino Médio.

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Veja mais informações todas as informações sobre o II Congresso Internacional de Educação e 7ª Feira do Jovem Empreendedor que está sendo coberta em tempo real pelo Portal Educacional Aprendaki, clicando aqui.

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