26 de Junho de 2008

Congresso Internacional de Educação - Manhã do dia 26 - CM

Publicado por Aprendaki em Eventos Educacionais, SME_SJC | Enviar por e-mail.

RELAÇÃO FAMÍLIA-ESCOLA NO UNIVERSO DAS CAMADAS POPULARES

Sinopse: Educação, família, escola têm uma relação de interdependência. Este será o universo de temáticas da pesquisa que tem como objetivo compreender as continuidades e rupturas presentes na dinâmica da relação família-escola e as influências que essas duas instituições exercem no processo educativo da criança na primeira fase do ensino fundamental. Realizou-se um estudo teórico multidisciplinar iluminado por pesquisas nas áreas da Educação, Sociologia, Psicologia e Política Educacional A pesquisa procurou analisar e sistematizar questões debatidas no cenário acadêmico acerca da dinâmica da relação família-escola, visando discutir significações, continuidades, descontinuidades, rupturas e ambigüidades, no processo educativo da criança em idade escolar.

Márcia Cristina Argenti Perez
Mini-currículo: Doutora em Ciências - Área de concentração em Psicologia pela Universidade de São Paulo – Ribeirão Preto/SP (2004), Mestre em Psicologia pela Universidade de São Paulo – Ribeirão Preto/SP (2000), Pedagoga com habilitação em Deficiência Mental pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – Araraquara/SP (1997). Possui experiência docente no Ensino Superior em cursos de graduação e pós-graduação. Atualmente é Professor Assistente Doutor no Departamento de Educação da Faculdade de Ciências da Universidade Estadual Paulista – UNESP-Bauru/SP. Atua na liderança do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Infância, Família e Escolarização – GEPIFE (cadastrado no CNPq) que envolve a participação de estudantes e pesquisadores de diferentes instituições.

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REPRESENTAÇÕES E PRÁTICAS EDUCATIVAS NA INFÂNCIA: DANDO VOZ ÀS CRIANÇAS

Sinopse: O objetivo do presente artigo é o de sistematizar alguns resultados de pesquisa acerca da compreensão de algumas temáticas sobre a infância, tais como: evolução histórica do conceito, representações do ser criança e ser adulto e o impacto da mídia nas práticas educativas. Para a realização deste estudo desenvolvemos uma investigação teórica multidisciplinar iluminada por estudos nas áreas da Educação, Sociologia, Psicologia, História e uma pesquisa empírica, tendo as crianças como sujeitos, em espaços lúdicos planejados. Como procedimento metodológico para a coleta de dados, adotamos a entrevista semi-estruturada, que selecionadas para a pesquisa, oito crianças na faixa etária de 4 a 11 anos de idade, perfazendo uma criança para cada idade. Discutimos o quanto as crianças inventam jogos, estratégias de ações e compartilham suas aprendizagens e influências sociais, elas apresentam os caminhos, através dos quais estão constituindo seus “universos de referência” mas não se trata só de algo da ordem da cognição e sim de um fenômeno de inversão de valores e padrões sociais.

Márcia Cristina Argenti Perez
Mini-currículo: Doutora em Ciências - Área de concentração em Psicologia pela Universidade de São Paulo – Ribeirão Preto/SP (2004), Mestre em Psicologia pela Universidade de São Paulo – Ribeirão Preto/SP (2000), Pedagoga com habilitação em Deficiência Mental pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – Araraquara/SP (1997). Possui experiência docente no Ensino Superior em cursos de graduação e pós-graduação. Atualmente é Professor Assistente Doutor no Departamento de Educação da Faculdade de Ciências da Universidade Estadual Paulista – UNESP-Bauru/SP. Atua na liderança do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Infância, Família e Escolarização – GEPIFE (cadastrado no CNPq) que envolve a participação de estudantes e pesquisadores de diferentes instituições.

Francini Barbosa Crepaldi
Mini-currículo: Graduanda do último ano de Pedagogia da Faculdade de Ciências - UNESP Bauru. Membro pesquisador/estudante do GEPIFE - grupo de estudos e pesquisas sobre infância, família e escolarização UNESP/CNPq.

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CONTRIBUIÇÕES DA NEUROCIÊNCIA AO PROCESSO EDUCACIONAL: ALGUNS APONTAMENTOS

Sinopse: Este trabalho propõe-se a apresentar alguns princípios da Neurociência, no que diz respeito a oferecer subsídios para uma compreensão sistematizada do processo de cognição humana, e por conseqüência do processamento da informação no cérebro do educando, como fator de contribuição na prática pedagógica. Nesse sentido, o presente estudo, de acordo com os postulados da Neurociência sobre o processo de aquisição do conhecimento, no percurso da informação no cérebro, durante o ato didático-pedagógico, apresenta o domínio do processo da cognição humana, pelo docentemediador, como fator facilitador de assimilação do saber no tratamento de conteúdos programáticos durante um curso por parte do aprendiz.

Rosana Aparecida Calobrisi
Mini-currículo: Mestre em Educação com ênfase em Neurociência, Pós-Graduada em Psicologia, possui estudos em Psicodrama e em Psicopedagogia. Graduada em Letras. Experiência em Educação e Cursos de Capacitação. Tradutora. Autora de Material Didático e de conteúdo de curso-EAD para a Faculdade IBTA. Foi palestrante da Editora Moderna. Atualmente leciona na Faculdade IBTA. Consultora em Recursos Humanos e Personal e Professional Coach. Trabalha com treinamento e desenvolvimento de pessoas e ministra palestras há mais de 15 anos. Atuou em empresas da região no setor de Importação, Administrativo, Inteligência de Mercado até 2007 no ramo de Produtos Médicos Hospitalares, Aeronáutico e Têxtil.

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SUSTENTABILIDADE EM MICROBACIAS URBANAS

Sinopse: A dimensão teórica do conceito de sustentabilidade se apresenta como uma questão ambiental que aponta para novos paradigmas, sugerindo teorias outras da natureza e da sociedade. Dado o papel da educação na formação de cidadãos críticos e atuantes, é necessária a apreensão do conceito de sustentabilidade, haja vista o papel destes cidadãos como responsáveis pelo processo de preservação no trato cotidiano com a natureza. Esta pesquisa procura desmistificar, a alunos do ensino fundamental, a falsa noção de progresso e desenvolvimento presentes nos modelos de planejamento de ocupação urbana em microbacias, revelando que estes modelos comprometem a qualidade de vida da população quando não se preocupam com a sustentabilidade ambiental local.

Luciano Rodolfo Machado
Mini-currículo: Mestrando em Ensino e História de Ciências da Terra - Unicamp. Licenciado em Geografia e História. Professor na rede municipal de São José dos Campos (EMEF “Maria Nazareth de Moura Veronese”). Tem experiência na área de ensino de Geografia, com ênfase em estudo do meio, maquetes de relevo e microbacias hidrográficas.

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CORRIGIR, AVALIAR E COMENTAR: COMO PREVENIR O ALUNO CONTRA AS FUGAS DE TEMA

Sinopse: O trabalho explica o fenômeno da digressão na escrita, aborda como as fugas de tema são prejudiciais à coerência nos textos escritos e avalia os motivos que levam os escritores a cometê-las. Justifica-se a escolha do tema pela importância de preparar um aluno do Ensino Médio para exprimir-se com clareza, organizar idéias e estabelecer relações eficientemente, interpretar corretamente fatos e elaborar hipóteses, habilidades avaliadas nos exames vestibulares por meio da prova de Redação. A análise das informações obtidas pelo estudo demonstra que as fugas de tema em textos escritos são causadas por falha no planejamento da escrita e comprova necessidade de se incentivar a realização do projeto de texto.

Marisa Mamede da Rocha
Mini-currículo: Graduada em Administração (Formação Específica em Finanças), pela Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo. Formada em Secretariado Executivo Trilíngüe – Inglês/Português/Alemão no Colégio Humboldt / Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, 1993. Desde Abril de 2004 atua como Auxiliar de Ensino na Org. Educ.Cassiano Ricardo S/C Ltda.

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NARRATIVAS ORAIS DE ALUNOS: CONFLUÊNCIAS E PARADOXOS ENTRE TRADIÇÃO E MODERNIDADE

Sinopse: Nosso trabalho objetivou investigar as características das narrativas orais de alunos apreendidas em salas de aula de uma escola pública de ensinos fundamental e médio do interior paulista. Nesse sentido, utilizamos o referencial teórico do filósofo Walter Benjamin correlacionado com uma metodologia de abordagem qualitativa. Por essa razão, usamos os conceitos de Erfahrung (experiência humana tradicional que era transmitida por meio das narrativas orais no mundo pré-capitalista) e o de Erlebnis, (experiência humana moldada pelo modo de produção capitalista com o amparo da Indústria Cultural). Verificamos que os elementos formadores das narrativas eram engendrados ora por confluências, ora por contradições entre resquícios bruxuleantes da Erfahrung e a onipresente Erlebnis contemporânea.

Alessandro Eleutério de Oliveira.
Mini-currículo:Licenciatura e Bacharelado em Ciências Sociais, Mestrado em Educação Escolar (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita/UNESP-Araraquara).

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O SURDO: QUANTO TEMPO PERMANECE NO MESMO EMPREGO?

Sinopse: Nos dias atuais, assistimos a um processo de extinção de vagas de emprego, em função da globalização, do avanço da alta tecnologia, dentre outros, o que causa uma “libertação forçada do trabalho” (De Masi, 1999), ou seja, o desemprego. Entretanto, não parece ser este o atual problema das pessoas com deficiência e menos ainda dos trabalhadores surdos, uma vez que a disponibilidade de vagas de emprego é inversamente proporcional à demanda de candidatos surdos, sobretudo em função da Lei das Cotas (Schwarz e Haber, FEBRABAN, 2006 e BRASIL, 2007.). Há que se discutir, portanto, o tempo de permanência do trabalhador surdo na empresa. Faz-se necessária uma reflexão sobre eventuais motivos que podem levar este trabalhador a permanecer, em média, tão pouco tempo em cada empresa, como indicam os dados levantados nesta pesquisa. A baixa escolaridade, a dificuldade de leitura e escrita, a precária formação profissional e eventuais dificuldades de aprendizagem (no processo de treinamento) são determinantes para a permanência do surdo no emprego? Outras questões relacionais teriam um maior peso na permanência ou não deste trabalhador na empresa? Trazendo referenciais teóricos autores como Vygotsky (1996), Sacks (2002), Sánchez (1990), Tanaka e Manzini (2005) e Araújo (2005), propõe-se a discussão sobre algumas questões da relação do surdo com o trabalho e até que ponto isso interfere na sua permanência no quadro de funcionários da empresa, na ótica dos empregadores.

Rubem S. Soares
Mini-currículo: Cursou Ciências Contábeis (PUC/SP), graduando em Psicologia (7º semestre) na UNIPAULISTANA – Centro Universitário Paulistano, éconsultor de Responsabilidade Social e de Educação, atuando em empresas e órgãos públicos (educação inclusiva). É diretor do IAPE, instituição que desenvolve projetos e pesquisas nas comunidades surdas nas áreas da educação e trabalho. Co-autor dos livros “Libras fácil – Comunicação em Língua Brasileira de Sinais” (volumes 1 e 2) e “O Surdo: educação e trabalho” (no prelo).

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O QUE RECEBE A CRIANÇA NA CRECHE: CUIDADOS OU EDUCAÇÃO?

Sinopse: Estudamos o caráter de unicidade ou de dupla tarefa das ações cotidianas do cuidar/educar na Creche Bom Samaritano do Rio de Janeiro. A provocação discute. Os significados do binômio e serve como impulso para re-configurar o modo de entender e tecer relações cotidianas nesse espaço. Nossas inferências estão alicerçadas nos dados que o cotidiano da creche tem apresentado e mostram (a) acisão entre o educar/cuidar inclui conotação hierárquica entre a equipe, evidenciando relações de poder; (b) há disputa por quem realiza cada função no cotidiano; (c) no processo educativo o foco permeia os cuidados e o modo como as crianças os recebem; (d) existe dificuldade dos educadores em superar a idéia de que cuidar e educar não são momentos separados no dia a dia; (e) a necessidade de desvelar para a equipe pedagógica que os cuidados com as crianças são sempre oportunidades para desenvolver aprendizagens e construir novos conhecimentos e significados na vivência do cotidiano.

Virginia G. Schindhelm
Mini-currículo: Mestre em Educação, Especialista em Sexologia Humana, graduada em Psicologia e em Comunicação Social, com formação em psicoterapia na Abordagem Centrada na Pessoa (Centro de Psicologia da Pessoa). Participou do curso Formação Inicial de Dinamizadores de Pares Educadores (Unirio e Universidade de Coimbra) e apresentou vários trabalhos em congressos na área da Educação.

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A REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE PROFESSORES SOBRE A EDUCAÇÃO INFANTIL

Sinopse: O presente texto identifica e analisa as representações sociais de professores sobre a educação infantil evidenciando as implicações destas na prática pedagógica.
Embasados nas reflexões de Moscovici, sob a luz metodológica da teoria das representações sociais, concentra a reflexão na perspectiva de dar “voz aos sujeitos”. Compartilhada através da conversação, as representações sociais presentes na fala dos professores desvendam a forma de pensar a educação infantil. Na interface entre o teórico e a prática cotidiana reflete-se o dia-dia escolar infantil.

Cleusa Vieira da Costa
Mini-currículo: Mestranda no programa de educação da Universidade Metodista de São Paulo, no Grupo Formação de Professores. Bolsista da Capes em regime integral. Pós-graduada no curso Psicologia Infantil da Universidade de Taubaté. Licenciada em Pedagogia pela Universidade de Taubaté. Sócia da empresa AECO – Assuntos Educacionais Costa Limitada, onde presta serviços de formação de professores e assessoria junto a redes municipais de ensino.

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Veja mais informações todas as informações sobre o II Congresso Internacional de Educação e 7ª Feira do Jovem Empreendedor que está sendo coberta em tempo real pelo Portal Educacional Aprendaki, clicando aqui.

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