Nesta manhã, o colunista Cláudio Boriola especialista em Educação Financeira publicou três artigos no Portal Educacional Aprendaki:
BRASIL: UM NOVO CONCEITO DO DROGADO!
Hoje, segundo os novos caminhos filosóficos das drogas e dos drogados acenam para um horizonte de Política diferenciada da outrora existente.
O usuário não pode ser visto como um criminoso ou um paria da Sociedade moderna. Já não pesa, sobre os drogados, a espada da Justiça repressiva, a política do uso controlado é mais dada ao bom direcionamento do bom comportamento humano e social. O estudo social, sobre drogas e drogados é mais uma questão de política de saúde, direcionada ao bem e ao bom viver, em sociedade.
Leia mais…
Juros, no Brasil: Porque pagamos tanto?
A taxa de juros praticada, no Brasil é considerada uma das mais altas do Mundo. Ouvimos, diariamente, através dos veículos de comunicação, alguém dizer, sobre juros. Será que todos os brasileiros, sabem o real significado da palavra juros? Essa é uma das perguntas, que está tirando o sono de milhões de brasileiros e sempre existiu.
Os juros é uma importância cobrada, pelo empréstimo de dinheiro, por unidade de tempo. Podemos dizer que, é um rendimento de capital, investido, de interesse ou até mesmo uma recompensa.
Leia mais…
Crise: O momento ideal para reogarnizar as finanças
Não há nenhuma dúvida de que estamos enfrentando, atualmente, a maior crise financeira desde a quebra da bolsa de Nova York, em 1929. Para alguns mais apocalípticos, podemos estar atravessando a maior crise que o Sistema Capitalista conheceu desde seu nascimento.
Hoje, quando ligamos a TV a fim de nos manter atualizados diante dos acontecimentos mundiais, não conseguimos nos isentar das reportagens que tratam sobre os efeitos que a tal da “Crise” produz em todo o planeta. Reportagens sobre manifestações contra demissões em massa parecem fazer parte da rotina da maioria dos telejornais. Mas, então, como minimizar os efeitos desta terrível crise financeira em nossas vidas? Isso, de fato, seria possível? Enfim, que medidas poderíamos tomar para que o fantasma da crise, por hora, deixe de nos assustar?
Leia mais…