6 de Setembro de 2008

Psicopedagogia: O desenvolvimento neurológico e a aprendizagem: Possibilidades de avaliações de neurociências para o psicopedagogo - Vicente Assencio e Claudia Berlim

Publicado por Aprendaki em Eventos Educacionais, ABPp

14h00 às 16h00
Diálogo: “O desenvolvimento neurológico e a aprendizagem: Possibilidades de avaliações de neurociências para o psicopedagogo.” José Vicente Assencio e Claudia Berlim (1ª parte)

Os recentes avanços no campo das neurociências têm contribuído com novos conhecimentos a respeito das relações entre o cérebro e o comportamento. No que concerne o desenvolvimento, a compreensão dos mecanismos de neuroplasticidade vem sistematicamente revelando a influência dos processos de aprendizagem sobre os mecanismos de reorganização neuronal em casos de disfunções no cérebro imaturo. Nessa perspectiva, uma discussão sobre as possibilidades de integração entre as práticas psicopedagógicas e procedimentos neuropsicológicos na abordagem dos transtornos do neurodesenvolvimento pode render informações relevantes para o planejamento de estratégias de intervenção, no âmbito clínico e educacional, que tenham a interdisciplinaridade como modelo principal.

O evento também continua das 16h30 às 17h30.

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Vicente José Assencio Ferreira:
Doutor em Neurologia pela Universidade de São Paulo, Diretor Clínico do Centro Educacional Municipal Terapêutico Especializado (Cemte) de Taubaté, Professor titular do Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica, Membro de corpo editorial da Revista CEFAC, Membro de corpo editorial do Pró-Fono, Membro de corpo editorial da Arquivos de Neuro-Psiquiatria, Revisor de periódico da Arquivos de Neuro-Psiquiatria, Revisor de periódico da Pró-Fono e Revisor de periódico da Revista CEFAC.

Claudia Berlim de Mello:
Especialista em Neuropsicologia; Mestre em Psicologia do Desenvolvimento no Contexto Sócio-Cultural / UnB; Doutora em Neurociências e Comportamento / USP. Coordenadora do Núcleo de Atendimento Neuropsicológico Infantil Interdisciplinar – NANI, Departamento de Psicobiologia / UNIFESP

6 de Setembro de 2008

Psicopedagogia: Especificidades dos Instrumentos de Avaliação próprios da Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em Eventos Educacionais, ABPp

Colóquio: “Especificidades dos Instrumentos de Avaliação próprios da Psicopedagogia” Mediadora: Quézia Bombonatto Debatedoras: Edith Rubinstein, Eloísa Fagali, Júlia Eugênia Gonçalves, Neide Noffs, Rosa Maria Scicchitano
(1ª parte)

Grupo Reflexivo: Débora Pereira, Fabiani Portella, Cristina Natel, Marisa Irene Castanho, Mônica Mendes, Neusa Hickel, Cleomar L. Oliveira

Objetivo: discutir as especificidades dos instrumentos de avaliação próprios da Psicopedagogia. Devido à complexidade do tema é mister a participação de profissionais de competência reconhecida. Desta forma, comporão o Grupo de Debatedoras: Edith Rubinstein, Eloísa Fagali, Júlia Eugênia Gonçalves, Neide Noffs, Rosa Maria Scicchitano. Da mesma forma, o Grupo Reflexivo, não menos importante será composto por: Débora Pereira, Fabiani Portella, Cristina Natel, Marisa Irene Castanho, Mônica Mendes, Neusa Hickel e Cleomar L. Oliveira responsável e, selecionar as questões da platéia.

Formato da apresentação: No primeiro momento, no horário marcado para 9h00 até 10h30, a mediadora apresentará as qualificações de cada debatedora, as dos componentes do Grupo Reflexivo e o formato do Colóquio. Logo em seguida, cada uma das debatedoras terá 15 minutos para a apresentação de seu tema. Após um intervalo de 30 min, os 2 grupos voltam ao palco. Este 2º tempo tem início com as propostas trazidas pelo Grupo Reflexivo para o debate. O tempo reservado para a interlocução do Grupo Reflexivo é de 35 minutos acrescidos, de 10 minutos para as questões levantadas pela platéia e selecionadas por uma das componentes do Grupo Reflexivo. No 3º momento, as debatedoras poderão fazer suas ponderações a partir das reflexões trazidas pelo Grupo Reflexivo e as conclusões devidas.

Ementas das apresentações:

Avaliação Dinâmica no processo de intervenção psicopedagógica
Edith Rubinstein

Partindo do princípio de que a Psicopedagogia tem por objetivo a compreensão das questões relacionadas com a aprendizagem enquanto processo. Subentende-se que este processo envolve questões relativas aos aspectos cognitivos, subjetivos/relacionais, orgânicos; culturais entre outros. Para tanto, é fundamental que o profissional psicopedagogo possua instrumentos apropriados para pesquisar, compreender e promover mudanças no processo de avaliação e de intervenção. Esta abordagem é dinâmica no sentido de que o pesquisador poderá utilizar-se de instrumentos variados, padronizados ou não, mas com o propósito de observar processos e condições de mudança.

Avaliação psicopedagógica na/da aprendizagem em grupo:contribuições da arteterapia
Eloísa Quadros Fagali

Quais as formas de avaliar que alcançam algo que se oculta e da qual nos defendemos?
Os recursos da arteterapia podem contribuir significativamente para a avaliação do aprendiz, do grupo, de uma cultura ou de uma organização. As expressões não verbais (gestos, expressões corporais, respiração, desenho, construções tridimensionais, imagens figurativas, cromáticas e sonoridades), assim como associações livres de palavras, expressões verbais literárias (contos, poesias) possibilitam o olhar e avaliação do sujeito que expressa, seja uma instituição organizacional, familiar, seja um aprendiz em qualquer faixa etária, em diferentes situações de aprendizagem.
No processo de pesquisa também as expressões simbólicas não verbais e as associações livres verbais e literárias são propícias para a avaliação do que está para além do discurso consciente e controlado, pois revelam traços significativos para análise dos valores, desejos, fantasias e mitos que escapam do controle consciente, para além das defesas que se sustentam no verbal. Podemos aprender a diferenciar os indicadores que revelam o oculto no diálogo entre a subjetividade e a objetividade, a análise qualitativa e a quantitativa.

Diagnóstico institucional participativo
Júlia Eugênia Gonçalves

“O diagnóstico institucional participativo. Instrumentos utilizados no âmbito da instituição. Nesta forma participativa de conduzir o diagnóstico, o uso de jogos, de dinâmicas de grupo e de dinâmicas vivenciais é fundamental, pois integra os membros da equipe responsável entre si e com o psicopedagogo.”

A avaliação interventiva
Neide de Aquino Noffs

Este trabalho foi realizado em parceria com a equipe multidisciplinar da Instituição Promove- ação sócio cultural – Unidade Jaçanã onde construímos um modelo de avaliação interventiva com a intenção de “contribuir de forma articulada junto à criança, suas família e a escola, para a manutenção e sucesso educacional do aluno, detectando, intervindo e orientando possíveis alterações que possam comprometer o processo de aprendizagem”.em encontros quinzenais de duas horas de fevereiro a dezembro. Estes momentos foram subsidiados pelos autores Alicia Fernández, Jabob Levy Moreno, Jorge Visca, Sara Paín também contamos com a experiência de avaliação em redes de ensino que já tenhamos sistematizado em 2003. Esta referência de trabalho implantada em 2005 permitiu a Promove agilizar o processo de Avaliação no Programa de Apoio Educacional o fortalecimento da equipe multidisciplinar, colaborar com a família (garantindo a presença do pai, dos irmãos favorecendo o “olhar” para a queixa e para a criança com mais sensibilidade e acolhida) e a escola explicitando de forma mais ágil a compreensão e o atendimento às queixas recebidas.

Este trabalho até hoje mantém a parceria com a Secretária Municipal da Educação de São Paulo (SME – no DOT) favorecendo o processo de inclusão com compromisso social.

Jogos de regra no diagnóstico e na intervenção psicopedagógica
Rosa Maria Junqueira Scicchitano

Jogos de regra podem ser um importante instrumento no diagnóstico psicopedagógico.
As situações que surgem durante o jogo – escolhido livremente ou proposto pelo psicopedagogo permitem observar: como o sujeito usa seus próprios recursos cognitivos e expressa suas emoções, como compreende e como aprende instruções e regras do jogo, se aparecem respostas constantes do tipo: “Não sei”, “Não entendi”, “Esse é difícil”, “Mas…tem solução?”, o modo de enfrentar situações novas, o nível de atenção e o foco na tarefa, as indecisões para iniciar, para continuar, como enfrenta as dificuldades, seus esforços, ograu de paciência e persistência nas tentativas e estratégias, o nível de resistência à frustracão, as estratégias que usa para jogar – se faz planejamentos, antecipações,se joga “ao acaso” ou faz escolhas “refletidas”, se explora possibilidades –, o nível de solução de problemas,a lógica usada na busca de soluções, se pede ajuda ou não, se parece admitir que pode contar com a ajuda do psicopedagogo, o nível de autonomia ao jogar – quando já conhece o jogo/quando ainda não conhece o jogo, a ansiedade mobilizada pelo jogo, a agressividade, os medos, conflitos e defesas, como lida com o erro – o erro paralisante e o erro como estímulo para buscar novos caminhos-, os argumentos que usa para justificar os erros e os acertos, como lida com o ganhar e o perder.

Os dados observados nos jogos de regra são analisados e integrados ao conjunto de dados obtidos durante a avaliação psicopedagógica para se chegar à Compreensão Diagnóstica.

Fragmentos de casos clínicos em que jogos de regra são utilizados no diagnóstisco psicopedagógico – como O Jogo da Velha, Quarteto, Resta Um, Cara a Cara, Can Can, Torre de Hanói, A Hora do Rush – são relatados e discutidos.
Os jogos de regra constituem também um dos pilares do trabalho de intervenção psicopedagógica: desempenham uma função estruturante que gera transformações e abre possibilidades de aprendizagem.

O jogo cria um espaço transicional – possibilita “conversar sobre o que realmente importa como se não importasse tanto”.
Ao experimentar acontecimentos totais – como os jogos de regra – a criança/o adolescente recupera a possibilidade de aprender com a experiência e pode transpor essa experiência para outras situações de aprendizagem.

O evento também continua das 11h00 às 12h30

6 de Setembro de 2008

Psicopedagogia: Autorias Vocacionales - Alicia Fernandez (Argentina)

Publicado por Aprendaki em Eventos Educacionais, ABPp

9h00 às 10h30
Curso: “Autorias Vocacionales” Alicia Fernandez (Argentina)

Curso com duração de 7 horas e certificação dado pela ABPp em parceria com EPSIBA

La psicopedagogía tiene mucho que aportar en el momento en que un joven debe elegir su profesión. Elegir es apropiarse del desear, a partir de un trabajo del pensamiento. Partimos de que lo principal del proceso de aprender es conectarse con la experiencia de satisfacción del placer de encontrarse autor, es decir con la posibilidad de elegir. El proceso llamado “orientación vocacional/profesional”, es un momento privilegiado, donde la capacidad de elegir se pone en juego. La mejor opción será aquella que permita al joven, conociendo su “modalidad de aprendizaje”, resignificarla utilizándola como una herramienta para que su elección sea productiva para él y para la sociedad en su conjunto.

Trabajaremos las siguientes cuestiones:

Trabajos psíquicos de la adolescencia:
Jugar-aprender-trabajar: una travesía de discontinuidades.
Construirse un pasado para poder proyectarse a un futuro.
De la casa a la calle (o de lo familiar a lo extrafamiliar).
Constitución del nosotros. Lo grupal. Función subjetivante de “los/as amigos/as”. Aprender es historiarse.
Los aprendizajes paradigmáticos en la primera infancia y su reconstrucción/resignificación en la adolescencia.
La autoría de pensamiento y los trayectos de la adolescencia. Salir de la queja paralizante para propiciar autorías que permitan desactivar el aburrimiento/tedio. Recuperar la potencia creativa de los primeros aprendizajes de la Infancia en la adolescencia.
.Las diferencias como singularizantes.
.La autoría de pensamiento y el elegir. Cómo propiciar la capacidad de elegir.
.Reconocerle al sujeto su propia autoría.
.La alegría del encuentro con la autoría.
.Diagnóstico de la modalidad de aprendizaje como herramienta posibilitadora del “elegir”.
.Las familias y los espacios propiciadores del “elegir”.
.Salir por la puerta de las decisiones.

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Alicia Fernández:
Directora de E.Psi.B.A. (Espacio Psicopedagógico Brasileño-Argentino-Uruguayo) Directora de Revista E.Psi.B.A; Coordinadora de Grupos de Terapia Psicopedagógica para psicopedagogos en Argentina y Brasil, Autora de los siguientes libros traducidos al portugués: “A inteligencia aprisionada”; “A mulher escondida na professora”); “O saber em jogo; “Os idomas do aprendente”; “Psicopedagogia em psicodrama”.

O evento continua no período das 11h00 às 12h30

6 de Setembro de 2008

II Simpósio Internacional de Psicopedagogia - Dia 06

Publicado por Aprendaki em Eventos Educacionais, ABPp

II Simpósio Internacional de Psicopedagogia – Instrumentos diagnósticos e intervenção: novas práticas psicopedagógicas

9h00 – 10h30

Colóquio: “Especificidades dos Instrumentos de Avaliação próprios da Psicopedagogia”
Mediadora: Quézia Bombonatto
Debatedoras: Edith Rubinstein, Eloísa Fagali, Júlia Eugênia Gonçalves, Neide Noffs, Rosa Maria Scicchitano
(1ª parte)
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Curso: “Autorias Vocacionales” -.com Alicia Fernandez (Argentina) - (continuação)
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Apresentação de Temas Livres

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11h00 – 12h30

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Colóquio: “Especificidades dos Instrumentos de Avaliação próprios da Psicopedagogia”
Grupo Reflexivo: Débora Pereira, Fabiani Portella, Cristina Natel, Marisa Irene Castanho, Mônica Mendes, Neusa Hickel, Cleomar L. Oliveira,
(continuação)
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Curso: “Autorias Vocacionales” - Alicia Fernandez (Argentina) - (continuação)

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Apresentação de Temas Livres

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14h00 – 16h00

Diálogo: “O desenvolvimento neurológico e a aprendizagem: Possibilidades de avaliações de neurociências para o psicopedagogo.”José Vicente Assencio e Claudia Berlim - (1ª parte)
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Oficina: “Era uma vez uma história: usando a literatura infantil para conhecer a linguagem da criança”
Lucila Maria Pastorello - desde ontem…
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Oficina: “O Jogo de Areia à luz da Teoria Piagetiana: Uma estratégia de Intervenção Psicopedagógica”Maria Tereza Andion
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16h30 – 17h30
Diálogo: : “O desenvolvimento neurológico e a aprendizagem: Possibilidades de avaliações de neurociências para o psicopedagogo.”
José Vicente Assencio e Claudia Berlim - (continuação)
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Oficina: “Era uma vez uma história: usando a literatura infantil para conhecer a linguagem da criança”
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Lucila Maria Pastorello - (continuação)
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Oficina: “O Jogo de Areia à luz da Teoria Piagetiana: Uma estratégia de Intervenção Psicopedagógica” - (continuação)
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5 de Setembro de 2008

Psicopedagogia: Os contos de fada como ferramenta para o diagnóstico e a intervenção na clínica psicopedagogia – uma visão junguiana - Vera Márcia G. Pina

Publicado por Aprendaki em Eventos Educacionais, ABPp

Vera Márcia G. Pina

Curso: “Os contos de fada como ferramenta para o diagnóstico e a intervenção na clínica psicopedagogia – uma visão junguiana”Vera Márcia G. Pina (1ª parte)

Basta sentarmos diante de um grupo de crianças ou adultos e começarmos com, …“Era uma vez…” que rapidamente o silêncio se faz presente, os olhos atentos brilham e os ouvidos apuradíssimos não nos dão nenhum indício de qualquer “Déficit de Atenção”….

Isso porque através de reis, rainhas, anões, gigantes, ogros, bruxas, dragões saímos do nosso mundo real e entramos num mundo onde tudo é possível. Além disso, desde que o mundo é mundo a arte de contar histórias se faz presente. Histórias para serem lidas, ouvidas, cantadas… histórias que trazem não só a magia e o encantamento, mas também que abrem possibilidades para entrarmos em contato com nossos medos e angústias.

O conto de fada tem um efeito terapêutico na medida em que a criança encontra uma solução para esses medos e angústias.

Temos assim nos contos uma excelente ferramenta para nos auxiliar como instrumento que fala ao inconsciente do aprendiz sobre seus sentimentos e suas dificuldades e que os ajuda através dos feitos heróicos a acreditarem que também eles poderão encontrar força para enfrentar suas dificuldades na vida.

Em segundo lugar, ao se trabalhar com contos (tanto em sala de aula como no espaço terapêutico) exercita-se, as questões cognitivas importantes para todo processo de aprendizagem como pensar o espaço onde a história acontece, a memória, seqüência dos fatos, as relações de causalidade, temporalidade inferências essas que enriquecem as estruturas do pensar.

Através dos contos, vivencia-se uma aprendizagem significativa, trabalhando-se o cognitivo, o lúdico, o imaginário e o social.

Os objetivos deste curso são possibilitar aos participantes uma compreensão “Do que Conta o Conto”; seus aspectos literário, lúdico bem como a entrar em contato com o seu simbolismo e propiciar aos participantes uma nova visão da aprendizagem, podendo utilizá-los tanto para avaliar, como para o trabalho da intervenção Psicopedagógica, na qual são valorizados os aspectos afetivos - cognitivos, baseados na tipologia Junguiana.

Vera Márcia G. Pina

Participantes da palestra de Vera Márcia G. Pina

Participantes da palestra de Vera Márcia G. Pina

Participantes da palestra de Vera Márcia G. Pina

Alessandra Capovila e Vera Márcia G. Pina
Alessandra Capovila e Vera Márcia G. Pina na Sala Vip enquanto esperam a palestra

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Vera Marcia Gonçalves da Silva Pina:
Psicopedagoga clínica e Institucional. Mestranda em Distúrbios do Desenvolvimento na Universidade Mackenzie. Orientadora Familiar. Docente e Coordenadora do Departamento de Pós-Graduação em Psicopedagogia do Instituto Sedes Sapientiae ; Coordenadora e docente do curso: A visão Junguiana dos contos de fada, sua linguagem simbólica e o auquétipo do herói. Coordenadora de grupos de estudo sobre o tema: “Contos e mitos” Co-autora do livro:”As múltiplas faces do aprender” org. Eloisa Q. Fagali. Coordenadora do curso de Psicopedagogia nas Faculdades Claretianas em parceria com o Sieeesp: “A psicopedagogia e sua atuação nas instituições: Escolas, empresa, saúde.”

Sua palestra teve continuidade às 15h às 17h30

5 de Setembro de 2008

Psicopedagogia: Era uma vez uma história: usando a literatura infantil para conhecer a linguagem da criança - Lucila Maria Pastorello

Publicado por Aprendaki em Eventos Educacionais, ABPp

14h00 às 15h15

Lucila Maria Pastorello
Maria José Weyne apresentando Lucila Maria Pastorello

Lucila Maria Pastorello

Oficina: “Era uma vez uma história: usando a literatura infantil para conhecer a linguagem da criança” (1ª parte) - Lucila Maria Pastorello

A oficina abordará a literatura infantil como ferramenta auxiliar no processo de investigação da linguagem da criança. Serão apresentados e discutidos conceitos de leitura, texto e linguagem para sustentar as atividades práticas, que serão desenvolvidas utilizando livros da literatura infantil brasileira e internacional.

Lucila Maria Pastorello

Lucila Maria Pastorello

Participantes da Lucila Maria Pastorello

Sua palestra teve continuidade das 15h30 às 17h30 e no dia seguinte das 14h às 17h30…

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Lucila Maria Pastorello:
Fonoaudióloga Clínica, Mestre em Psicolingüística pela FFCLUSP; Doutoranda (FAPESP), pesquisando sobre Leitura em voz alta na FEUSP;Especialista em linguagem, tendo realizado estudos em linguagem da criança e linguagem na Universidade Paris V - Sorbonne e estágio de formação em leitura em voz alta na Associação Francesa La Voie des Livres, Paris).Atua em clínica na área de linguagem e como consultoria de linguagem em projetos de incentivo à leitura, autora de diversas publicações nacionais e internacionais

5 de Setembro de 2008

Psicopedagogia: Instrumentos para avaliação de distúrbios de aprendizagem - Alessandra G. S. Capovilla

Publicado por Aprendaki em Eventos Educacionais, ABPp

14h00 – 15h15
Alessandra Capovila sendo apresentada por Iara Prates
Alessandra Capovila sendo apresentada por Iara Prates

Alessandra Capovila

Palestra: “Instrumentos para avaliação de distúrbios de aprendizagem” com Alessandra G. S. Capovilla
A aquisição de habilidades acadêmicas formais, tais como as de leitura, escrita e aritmética, pode ser prejudicada em crianças com certos distúrbios, tais como a dislexia, a afasia e o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. A avaliação desses quadros pode ser auxiliada pelo uso de instrumentos normativos, isto é, com base nos desempenhos de uma população apropriada, possibilitando ao examinador analisar as principais áreas do funcionamento do examinando, direcionando procedimentos focais de reabilitação. Neste contexto, serão apresentados instrumentos desenvolvidos para a avaliação de crianças, especialmente nas áreas de linguagem oral, linguagem escrita, atenção e funções executivas, bem como os resultados de escolares do ensino fundamental com e sem distúrbios neuropsicológicos.

Alessandra Capovila

O evento continua nos seguintes horários: 15h30 às 17h30

Alessandra Capovila e Vera Márcia G. Pina
Alessandra Capovila e Vera Márcia G. Pina na Sala Vip enquanto esperam a palestra

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Alessandra Gotuzo Seabra Capovilla:
Psicóloga, doutora e pós-doutorada em Psicologia Experimental pela Universidade de São Paulo. Atua como docente na Universidade São Francisco nos Programas de Mestrado e Doutorado em Psicologia, e no Programa de Mestrado em Distúrbios do Desenvolvimento da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Desenvolve pesquisas e tem publicações principalmente sobre neuropsicologia, alfabetização e dislexia. É consultora clínica e escolar na área de alfabetização e distúrbios de aprendizagem. Bolsista de Produtividade nível 1 pelo CNPq e coordenadora de projeto financiado pelo Programa de Apoio a Jovens Pesquisadores da FAPESP.

5 de Setembro de 2008

Psicopedagogia: Desenvolvimento da Inteligência e Avaliação Psicopedagógica Dinâmica - Vitor da Fonseca (Portugal)

Publicado por Aprendaki em Eventos Educacionais, ABPp

Vitor Fonseca sendo apresentado por Maria Irene Maluf
Vitor Fonseca sendo apresentado por Maria Irene Maluf

Vitor Fonseca

Conferência: “Desenvolvimento da Inteligência e Avaliação Psicopedagógica Dinâmica” - Vitor da Fonseca (Portugal)A palestra procura questionar a importância do desenvolvimento intelectual na criança nos dias de hoje, onde as sociedades cognitiva e da informação imperam.

Partindo da reflexão do que é o desenvolvimento cognitivo, passando por Pioneiros como Wallon e Piaget e Vygotsky e Luria, e por Novos Messias como Das, Kirby e Naglieri, a intervenção tentará referir-se aos processos interativos e às ferramentas culturais que suportam a transmissão da cultural entre gerações de adultos e crianças(experientes-inexperientes), especificando os critérios de mediatização, os procedimentos e os suportes de tutorização (”scaffolding”), para além de dissecar os processos cognitivos de internalização (atenção, percepção,memória, processamento simultâneo e sucessivo, compreensão, planificação e execução).
A abordagem dos pré-requisitos cognitivos da aprendizagem, não simbólica e simbólica, serão finalmente analisados em termos neuropsicológicos, não apenas na dimensão normo-desenvolvimental como na dimensão das suas perturbações assim como serão apresentados alguns aspectos práticos da Avaliação Psicopedagógica Dinâmica

Vitor Fonseca

Vítor da Fonseca:
Professor catedrático da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, docente no seu Departamento de Educação Especial e Reabilitação, Mestre em Dificuldades de Aprendizagem pela Universidade de Northwestern (Evanston - Chicago). Psicopedagogo e Psicomotricista. Formador especializado em psicomotricidade pela O.I.P. (Organização Internacional de Psicomotricidade) e pela Associação Ibero-americana de Psicomotricidade Infantil, em dificuldades de aprendizagem e em programas cognitivos, nomeadamente no Programa de Enriquecimento Instrumental, de R. Feuerstein, no Programa PASS, de J. Das, J. Naglieri e J. Kirby e no Programa de Desenvolvimento Cognitivo para a Pré-Escola Bright Start, de C. Haywood, onde desenvolve trabalhos de pesquisa e de formação de mediatizadores. Autor de várias obras e artigos no domínio da psicomotricidade, da antropologia, das perturbações do desenvolvimento, das dificuldades de aprendizagem, da estimulação precoce, da educação especial, da psicopedagogia, da neuropsicologia, e da educação cognitiva.

Vitor Fonseca

Vitor Fonseca

5 de Setembro de 2008

II Simpósio Internacional de Psicopedagogia - Dia 05

Publicado por Aprendaki em Eventos Educacionais, ABPp

II Simpósio Internacional de Psicopedagogia – Instrumentos diagnósticos e intervenção: novas práticas psicopedagógicas

9h30 – 10h00 CERIMÔNIA DE ABERTURA
Abertura do II Simpósio Internacional de Psicopedagogia

Quézia Bombonatto
Quézia Bombonatto - Presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp)

Maria Irene Maluf e Sandra Lia Santilli
Maria Irene Maluf - Editora da Revista de Psicopedagogia
Sandra Lia Santilli - Vice-Presidente

Mônica Cintrão e Nívea de Carvalho Fabrício
Mônica Cintrão - Diretoria da UNIP
Nívia de Carvalho Fabrício - conselheiras da ABPp

Maria Cecilia Costa Gasparian
Maria Ceclia Costa Gasparian - conselheiras da ABPp

Mônica Mendes - conselheiras da ABPp

Neide de Aquino Noffs - conselheiras da ABPp

Maria Célia Malta Campos - conselheiras da ABPp

Contadores de História

Após o Hino Nacional, os contadores de história Vanessa Valente e Manoel de Oliveira do Grupo Teatro de Animação com a apresentação “Um Poeta Andarilho”.

Contadores de História

Contadores de História

10h00 – 12h00

Conferência: “Desenvolvimento da Inteligência e Avaliação Psicopedagógica Dinâmica” - Vitor da Fonseca (Portugal)A palestra procura questionar a importância do desenvolvimento intelectual na criança nos dias de hoje, onde as sociedades cognitiva e da informação imperam.

SAIBA MAIS…

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14h00 – 15h15

Palestra: “Instrumentos para avaliação de distúrbios de aprendizagem” com Alessandra G. S. Capovilla
Curso: “Os contos de fada como ferramenta para o diagnóstico e a intervenção na clínica psicopedagogia – uma visão junguiana” - com Vera Márcia G. Pina - (1ª parte)

SAIBA MAIS…

Palestra: Psicopedagogia: Era uma vez uma história: usando a literatura infantil para conhecer a linguagem da criança - Lucila Maria Pastorello

SAIBA MAIS…

Palestra: Psicopedagogia: Instrumentos para avaliação de distúrbios de aprendizagem - Alessandra G. S. Capovilla
SAIBA MAIS…

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Apresentação de Temas Livres

Apresentação de Temas Livres

Apresentação de Temas Livres

Apresentação de Temas Livres

Apresentação de Temas Livres

Apresentação de Temas Livres

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15h30 – 17h30
Diálogo: “ Instrumentos diagnósticos e intervenção: novas práticas em psicopedagogia”
Lino de Macedo e Nádia Bossa
SAIBA MAIS…

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Curso: “Os contos de fada como ferramenta para o diagnóstico e a intervenção na clínica psicopedagogia – uma visão junguiana” (continuação)

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Apresentação de Temas Livres

17h30 – 18h30
COQUETEL DE ABERTURA E LANÇAMENTO DE LIVROS

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19h00 – 22h00
Curso: “Autorias Vocacionales” - Alicia Fernandez ( Argentina) - (1ª parte)
Curso com duração de 7 horas e certificação dado pela ABPp em parceria com EPSIBA

SAIBA MAIS…

12 de Novembro de 2007

Expositores que marcaram presença no Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

Revista Direcional Escolas
Revista Direcional Escolas

Revista Direcional Escolas
Revista Direcional Escolas

Gearte
Gearte

Editora Wak
Editora WAK

Editora Vozes
Editora Vozes

Central Didática /><br />
Central Didática</p>
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Editora Manole - Lançamento do livro do Dr. Jorge Forbes

12 de Novembro de 2007

Tudo sobre o Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

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ESPECIAL ABPp 2007 NO APRENDAKI
» Veja a PÁGINA ESPECIAL que o Aprendaki criou para a cobertura do I Simpósio Internacional de Psicopedagogia…….

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ABERTURA DO I SIMPÓSIO DE PSICOPEDAGOGIA
» O I Simpósio Internacional de Psicopedagogia teve a participação de renomados especialistas nacionais….

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COMISSÕES
Saiba quem fez aconteceu o I Simpósio Internacional de Psicopedagogia
» Comissão Organizadora - clique aqui!
» Comissão Executiva - clique aqui!
» Comissão Científica - clique aqui!

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EXPOSITORES
» Saiba quem foi expositor no I Simpósio Internacional de Psicopedagogia
» Clique aqui e confira!

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PÔSTERES
» Veja os Pôsteres e conheça os três posteres ganhadores dos primeiros lugares….

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COMEMORAÇÕES E SORTEIOS
» Em comemoração ao Dia do Psicopedagogo, 12 de novembro, foram sorteados alguns prêmios….

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LANÇAMENTO DO LIVRO DA HISTÓRIA DA ABPp
» Em comemoração aos 27 anos da ABPp e 25 anos da Revista Psicopedagogia, Maria Irene Maluf e Quézia Bombonatto organizaram o livro que traz a história da Associaão….

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ÍNDICE DE NOTÍCIAS NO PORTAL EDUCACIONAL APRENDAKI
» Veja os títulos das notícias publicadas no Portal…….

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PALESTRANTES
Veja quem está marcando presença em mais eesse evento da Associação Brasileira de Psicopedagogia.

1 1 1
1 Simpósio da ABPp 1
1 1 1
» Bernard Charlot
1 1 1
1 Simpósio da ABPp 1
1 1 1
» Mônica Mendes
1 1 1
1 Simpósio da ABPp 1
1 1 1

» Jorge Forbes

1 1 1
1 Simpósio da ABPp 1
1 1 1
» Egídio José Romanelli
1 1 1
1 Simpósio da ABPp 1
1 1 1
» Jaime Zorzi
1 1 1
1 Simpósio da ABPp 1
1 1 1
» Marluce Muniz de Souza Pedro
1 1 1
1 Simpósio da ABPp 1
1 1 1
» Rosa Maria Scichitano
1 1 1
1 Simpósio da ABPp 1
1 1 1
» Kátia Chedid
1 1 1
1 Simpósio da ABPp 1
1 1 1
» Tânia Almeida
1 1 1
1 Simpósio da ABPp 1
1 1 1
» Débora da Silva Castro Pereira
1 1 1
1 Simpósio da ABPp 1
1 1 1
» Maria Helena Bartholo
1 1 1
1 Simpósio da ABPp 1
1 1 1
» Maria Teresa Moreno Valdés
1 1 1
1 Simpósio da ABPp 1
1 1 1
» Sonia Colli
1 1 1
1 Simpósio da ABPp 1
1 1 1
» Neide Noffs
11 de Novembro de 2007

Pôsteres do Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

pôsteres e premiação

A entrega dos prêmios aos 3 melhores trabalhos científicos será realizada na sessão de encerramento do Simpósio

Três primeiros lugares…

1º Lugar - Premiação 1º Lugar - Premiação

» Primeiro Lugar
» Pôster:
» Prêmio:
» Autoria:

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2º Lugar - Premiação 2º Lugar - Premiação 2º Lugar - Premiação

» Segundo Lugar
» Pôster:
» Prêmio:
» Autoria:

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3º Lugar - Premiação 3º Lugar - Premiação

» Terceiro Lugar
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Apresentação de Pôsteres
Jaime Zorzi

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VEJA AS FOTOS DOS PÔSTERES NO ÁLBUM DO EVENTO
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11 de Novembro de 2007

Comemorações, Premiações no Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

Encerramento do evento é marcado por comemorações, parabéns ao Psicopedagogo por seu dia em 12 de novembro. Houve sorteios e palavras de agradecimentos…

sorteio
Diretoria da ABPp compõe a mesa de encerramento

sorteio
A presidenta Irene Maluf profere palavras de agradecimento no último evento de sua gestão…

sorteio
Vice-presidenta homenageia a presidenta Irene Maluf

sorteio
Vice-presidenta Quézia Bombonatto conduz o encerramento com sorteios de brindes para os participantes

sorteio
Participante ganha prêmio em sorteio

sorteio
Participante ganha prêmio por fazer aniversário no Dia do Psicopedagogo

sorteio
Participante ganha prêmio por fazer aniversário no Dia do Psicopedagogo

11 de Novembro de 2007

Comissão Organizadora do Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

- Maria Irene de Matos Maluf
- Quézia Bombonatto
- Sandra Lia Nisterhofen Santilli
- Silvia Amaral de Mello Pinto
- Neusa Torres Cunha
- Edimara de Lima
- Yara Prates

11 de Novembro de 2007

Comissão Executiva do Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

- Cristina Quilici
- Edimara de Lima
- Ligia Fleury
- Silvia Amaral
- Yara Prates
- Carla Labaki
- Denise Gouveia
- Iara Gambale
- Màrcia Affonso
- Regina Federico

11 de Novembro de 2007

Comissão Científica do Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

- Maria Irene Maluf
- Mônica Hoehne Mendes
- Quézia Bombonatto
- Sônia Maria Colli de Souza
- Neusa Torres Cunha
- Sandra N.Santilli
- Maria Cristina Natel

11 de Novembro de 2007

Jaime Zorzi no Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

sorteio
Jaime Zorzi

“Consciência e autonomia na aprendizagem da escrita: o papel do sujeito e o papel do mediador” – por Jaime Zorzi

Esta palestra tem como enfoque analisar relações que se estabelecem entre o aprendiz e a escrita enquanto objeto do conhecimento, assim como relações entre o aprendiz e o mediador, as quais podem determinar diferentes graus de autonomia e de envolvimento afetivo com a aprendizagem.

JAIME ZORZI
Fonoaudiólogo Especialista em Linguagem, Doutor em Educação, pesquisador nas áreas do desenvolvimento e distúrbios da linguagem oral e escrita, Diretor e Professor do CEFAC - Pós-Graduação em Saúde e Educação. Presta serviços na área de assessoria educacional e capacitação docente. Várias obras publicadas sobre os temas de atuação.

11 de Novembro de 2007

Lançamento do Livro no Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

autógrafos
Maria Irene Maluf - autógrafos

Momento significativo no Simpósio Internacional de Educomunicação é o lançamento do livro “História da Psicopedagogia e da ABPp no Brasil: fatos, protagonistas e conquistas”, organizado por Maria Irene Maluf e Quézia Bombonatto, presidenta e vice-presidenta da Associação Brasileira de Psicopedagogia. É um lançamento da Editora Wak e coordenado pelo Conselho Nacional, Firetorias e Coordenadorias Regionais e Diretoria Executiva da ABPp.

autógrafos
Quézia Bombonatto - autógrafos

“A leitura desta coletânia de artigos, escritos por reconhecidos psicopedagogos, muitos deles pioneiros nesta trajetória, despertará em cada um o sentimento capacitante de ensinar e aprender com a diversidade e na diversidade, que é o desafio de nosso cotidiano,” reza a apresentação do livro.

autógrafos
Irene Maluf - autógrafos

11 de Novembro de 2007

Egídio José Romanelli no Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

autógrafos
Egígio José Romanelli

“Uma visão neuropsicológica do processo da aprendizagem e seus distúrbios” – por Egídio José Romanelli

A contribuição das neurociências para o entendimento do processo da aprendizagem.Neuropsicologia cognitiva. Relações entre aprendizagem, memória e afetividade. Classificação dos problemas de aprendizagem. Intervenção psicopedagógica.

EGÍDIO JOSÉ ROMANELLI
Doutor em Psicofisiologia pela Universidade de Toulouse, França. Pós-doutor em Neuropsicologia pela Universidade de Montreal, Canadá. Professor titular do curso de Medicina da PUC-PR.Professor aposentado dos cursos de mestrado em Psicologia e em Educação da UFPR.

11 de Novembro de 2007

Jorge Forbes no Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

Jorge Forbes
Jorge Forbes

Quem é chato e quem é interessante, para Sigmund Freud? - as bases psicanalíticas do aprender – por Jorge Forbes

A diferença entre uma pessoa chata e uma pessoa interessante é o que ela diz ou como ela diz? Freud partiu dessa pergunta para descobrir a base da atração do aprender.

JORGE FORBES
Psicanalista e médico psiquiatra em São Paulo. Preside atualmente o Instituto da Psicanálise Lacaniana e dirige o Projeto Análise (www.projetoanalise.com.br). Psicanalista-membro das Escolas Brasileira e Européia de Psicanálise. Diretor da Clínica de Psicanálise do Centro de Estudos do Genoma Humano – USP. Tem vários artigos publicados no Brasil e no Exterior e também colabora frequentemente com a grande imprensa, sendo curador e conferencista do Café Filosófico da CPFL - TV Cultura. Tem sido consultado por empresas, hospitais e escolas. É autor, dentre outros livros, de Você Quer o Que Deseja? (Ed. Best Seller, 5ª.. ed., 2003), em que trata de uma psicanálise além do Édipo, própria ao novo homem desbussolado da globalização, e é co-autor do recente A Invenção do Futuro ( Ed. Manole, 2ªed. 2005), em que pensa soluções para viver nessa nova era de quebra dos ideais.

Jorge Forbes
Jorge Forbes

11 de Novembro de 2007

Rosa Maria Scichitano no Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

Rosa Maria Scichitano
Rosa Maria Scichitano

Aprender a aprender: contribuições da psicanálise à clínica psicopedagógica – por Rosa Maria Scichitano

Um dos temas centrais do trabalho clínico em Psicopedagogiaestá relacionado ao pensar - da criança, do adolescente, dos pais,do professor, do próprio psicopedagogo.
A teoria do pensar, proposta por Bion (1962), utilizando a relação mãe-bebê para acompanhar os fundamentos da formação dos processos de pensamento,pode ser um importante ponto de partida na compreensão dos fatores que interferem no pensar e na curiosidade intelectual, a ponto de comprometer seriamente a aprendizagem.
O aumento da capacidade para pensar e, portanto, paraaprender está, em última instância, relacionado ao que Melanie Klein(1957) assinalou como a fonte básica de força interna: a internalização de um objeto bom… que ama e protege e é amadoe protegido. Fragmentos de casos clínicos são apresentados e discutidos à luz de contribuições da Psicanálise.

ROSA MARIA JUNQUEIRA SCICCHITANO
Psicopedagoga.Doutora em Psicologia Escolar pelo Instituto de Psicologia da USP.Mestre em Educação Especial pela Western Caroline University, USA. Especialista em Educação Especial pela Universidade Católica de Louvain, Bélgica.Professora da Universidade Estadual de Londrina, PR. Professora convidada de cursos de especialização em Psicopedagogia, Membro do Conselho Nacional da Associação Brasileira de Psicopedagogia, ABPp, Membro do Conselho Editorial da Revista Psicopedagogia da Associação Brasileira de Psicopedagogia, ABPp.

11 de Novembro de 2007

Marluce Muniz de Souza Pedro no Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

Marluce Muniz
Marluce Muniz de Souza Pedro

Transtornos emocionais de início na infância e na adolescência” – por Marluce Muniz de Souza Pedro

Os problemas de saúde mental na infância e adolescência afetam profundamente toda a sociedade, em especial a família. Esses problemas, que provocam sofrimento imediato, são responsáveis pela maioria dos distúrbios de escolaridade na infância e na adolescência conseqüentemente podem levar ao abandono escolar e agravarem o consumo de drogas e álcool.
A maioria das síndromes psiquiátricas infantis envolve uma combinação de sintomas (e sinais) das quatro principais áreas: emoção, conduta, desenvolvimento e relacionamento. Grande parte dos pacientes tem sintomas em mais de uma área o que compromete substancialmente a capacidade da criança de satisfazer expectativas normais do seu papel na vida cotidiana.

MARLUCE MUNIZ DE SOUZA PEDRO
Médica, pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco– PE, com Especialização em Pediatria, Especialização em Saúde Pública - USP - Universidade de São Paulo, Especialização em Saúde Materna - Infantil - USP - Universidade de São Paulo -, Especialista em Saude Mental Publica - Secretaria de Estado Da Saúde do Estado de São Paulo – Psiquiatria da Infância e da Adolescência - Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Psiquiatria,Título de Especialista em Psicoterapia pela Associação Brasileira de Psiquiatria ABP Especialização em Terapia Familiar. Trabalha em Consultório particular como médica psiquiatra e psicanalista - desde 1973, Professora Efetiva do Curso de Pós-Graduação, Formação em Psiquiatria, Psicologia e Psicoterapia da Infância e da Adolescência, no Ippia (Instituto de Psiquiatria e Psicologia da Infância e da Adolescência) desde 1994, na disciplina de Psicopatologia Especial e Psicossomática.

10 de Novembro de 2007

Débora da Silva Castro Pereira no Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

Aprender é um ato individual ou coletivo? – por Débora da Silva Castro Pereira
O caminhar da aprendizagem na perspectiva do sujeito como ser único e como ser social.

DÉBORA SILVA DE CASTRO PEREIRA
Doutoranda em Ciências da Educação – Universidade Autônoma de Barcelona – Espanha,Mestre em Ciências da Educação – Universidade Autônoma de Barcelona – EspanhaPedagoga /Psicopedagoga – Universidade Católica do Salvador, Professora Titular da Faculdade de Educação da Universidade Católica do Salvador Diretora do Centro Psicopedagógico Vocacional e de Recursos Humanos – CRIACoordenadora do Curso de Especialização em Psicopedagogia da Universidade Católica do SalvadorPresidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia – Seção Bahia.

10 de Novembro de 2007

Tânia Almeida no Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

Marluce Muniz
Tânia Almeida

“Reflexões sobre as disfuncionalidades de todos nós, seu manejo e suas repercussões na convivência” – Por Tânia Almeida

Esta palestra tem o objetivo de convidar os cuidadores – pais e professores - de crianças e adolescentes, portadores de disfunção de qualquer natureza, a repensar o manejo dessas disfuncionalidades.
A visita a aspectos do desenvolvimento infantil, aos critérios que categorizam nossas disfuncionalidades e ao olhar que dirigimos a elas embasam as reflexões oferecidas e auxiliam a repensar a nossa responsabilidade no relativo ao seu manejo

10 de Novembro de 2007

Maria Helena Bartholo no Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

Maria Helena Bartholo
Maria Helena Bartholo

Meu filho não aprende… A intervenção psicopedagógica e os diferentes contextos familiares – por Maria Helena Bartholo

Minha experiência no trabalho com famílias com crianças e/ou adolescentes com problemas na aprendizagem, tem mostrado que essa afirmação independente do contexto sócio-cultural e da maneira como a família está organizada. É uma afirmação que surge permeada de emoções, que podem parecer paradoxais se não usarmos as lentes da complexidade. Sentimentos que transitam da preocupação ao conformismo, da tristeza à raiva, são muito comuns e, uma vez legitimados, transformam-se em potentes ferramentas na desconstrução de pré-conceitos com relação ao aprender e na ressignificação sobre o não aprender daquele sujeito (o paciente identificado).
Acreditando que a vida humana não está geneticamente predeterminada, nem estamos geneticamente predeterminados para sermos um tipo ou outro de ser humano, procuro entender o que significa a colocação “Meu filho não aprende”, para cada membro da família que me procura. Que construções fazem do problema, que expectativas cada um tem sobre o aprender, como aprendem o que aprendem.
Nós, seres humanos, não importando o que se fala sobre determinismo genético.
O cliente que nos consulta chega ao consultório pelas mãos de um adulto que pode ser uma das figuras parentais, uma avó, ou alguém que faça o papel de cuidador na família. Na maioria das vezes, chega, também, sem vontade, ou melhor, dizendo-se, obrigado.
São pacientes que já foram submetidos a muitos tratamentos e/ou a tratamentos muito longos.
Chegam, desgastados e descrentes, com a possibilidade de transformação, e, com freqüência, com dificuldades nas relações familiares.
Trazem o relato de histórias de tratamentos pouco eficazes e/ou de tratamentos ineficazes.
O agravante que vejo em cada relato de terapia que “não funcionou”, “não ajudou muito”, além, claro, do fato que deixam as pessoas expostas a um sofrimento crônico são os perigos conhecidos. Entre eles, a cristalização e/ou o reforço de um padrão familiar que coloca aquele sujeito no lugar de “especial”, que acaba protegendo-o.

MARIA HELENA BARTHOLO
Pedagoga-Psicóloga-Terapeuta de Família.Diretora e Professora do Curso de Formação em Terapia de Família e Casal do CEFAI (Centro de Estudos da Família Adolescência e Infância no RJ) Editora Responsável da Revista Idéias Sistêmicas publicada pelo CEFAI Organizadora do Livro “Relatos do Fazer Psicopedagógico” Editora NOOS, co-autora do livro “Conversas para Gerar Conversas -parceria família escola”.

10 de Novembro de 2007

Maria Teresa Moreno Valdés no Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

Maria Teresa Moreno Valdés
Maria Teresa Moreno Valdés

“A (cerca) do aprender em pessoas com Necessidades Educacionais Especiais: Contribuindo para a qualidade de vida” – Por Maria Teresa Moreno Valdez

Onze anos após a Declaração de Salamanca, o direito a uma educação inclusiva de qualidade, em todos os níveis de ensino, garantido pela legislação, ainda constitui um desafio para professores, gestores e famílias em diferentes países. Existem realmente características diferentes que cercam o processo de aprendizagem em crianças, adolescentes e adultos que tem Necessidades Educacionais Especiais? Como contribuir desde um modelo de qualidade de vida na escola e outros espaços educacionais?

MARIA TEREZA MORENO VALDEZ
Pós-Doutorada em Psicologia e Mestrado em Integración de Personas con Discapacidad pela Universidad de Salamanca, Espanha e doutorado em Ciencias Psicológicas - Cuba. Psicóloga. Atuou como Professor Visitante em Universidades de México, Venezuela e Brasil. Professora Titular do Mestrado em Saúde Coletiva da Universidade de Fortaleza . Consultor da UNESCO. Líder do Grupo de pesquisa Saúde nos Espaços Educacionais (Núcleo temático Qualidade de Vida e Inclusão) e pesquisadora do Grupo Educação Especial da Universidade Estadual do Ceará (UECE). Professora da disciplina Estratégias de Aprendizagem e coordenadora do Curso de Didática da UECE. Tem publicado 2 livros, e mais de 33 artigos em revistas científicas de Educação, Psicologia e Saúde.

10 de Novembro de 2007

Sonia Colli no Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

Sonia Colli
Sonia Maria Colli de Souza

Fazendo e Aprendendo - ousadia numa incursão do saber – por Sonia Maria Colli
Reflexões sobre o surgimento da Pp no Brasil e sua relação com diferentes estatutos da Educação, dando posse a um saber organizado e identificado.

SONIA MARIA COLLI DE SOUZA
Pedagoga,psicopedagoga clínica , mestre em educação, Coordenadora de curso de pós graduação lato sensu em Pp da UNIP professora em cursos de pós graduação em Pp da UNIP e da Faculdade Crhistus de Fortaleza. Membro do Conselho da ABPp Nacional, vice presidente da Seção São Paulo e associada titular da ABPp.

10 de Novembro de 2007

Kátia Chedid no Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

Kátia Chedid
Kátia Chedid

Educação e Neurociência” – por Kátia Chedid
Muitos esforços têm sido feitos, no mundo inteiro, com o intuito de compreender os processos neurológicos que envolvem a aprendizagem. Apesar dos avanços obtidos nesta área, pouco ainda se sabe sobre o funcionamento de um sistema tão complexo como o cérebro humano e a compreensão de como ocorre a aprendizagem. A imaginação, os sentidos, o humor, a emoção, o medo, o sono, a memória são alguns dos temas abordados e relacionados com o aprendizado e a motivação. A aproximação entre as Neurociências e a Psicopedagogia é uma contribuição valiosa para o professor e o psicopedagogo, pois oferece subsídios de pesquisas recentes sobre o funcionamento do cérebro e sua plasticidade, que nos faz rever rótulos com o “fracasso” e “dificuldades de aprendizagem”, pois existem inúmeras possibilidades de aprendizagem para o ser humano.

KÁTIA CHEDID
Psicopedagoga, Pedagoga PUC-SP, Orientadora Educacional do Colégio Dante Alighieri, Curso de extensão em Neuropsicologia, Grupo de estudo e pesquisa na Faculdade de Educação da PUC-SP (Grupo: Educação Construção do Conhecimento) e da USP (Orientado pelo Prof. Prigenzi).

10 de Novembro de 2007

Neide Noffs no Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

Neide Noffs
Neide Noffs

O Psicopedagogo ampliando fronteiras para a ação profissional no hospital e na ONG – por Neide Noffs

A Psicopedagogia em sua trajetória vem lentamente compartilhando territórios de conhecimento na dimensão inter/transdisciplinar. Mas é por meio da atuação de psicopedagogos-pesquisadores que as fronteiras de intervenção no mundo do trabalho são ampliadas. Fortalecendo a intervenção qualitativa em diferentes ambientes de aprendizagem é o desafio para que esta profissão não se torne obsoleta rapidamente permitindo ao profissional psicopedagogo adaptar-se as novas demandas no mundo de trabalho.

NEIDE de AQUINO NOFFS
Doutora na área da educação, Pedagoga - Psicodramatista, Psicopedagoga Clinica/institucional, Assessora Psicopedagógica – rede municipal de ensino de São Sebastião – SP (2006-2007), Avaliadora das condições de ensino MEC/INEP , Coordenadora do curso de especialização em Psicopedagogia PUC/SP , Coordenadora geral do Projeto Institucional Para Formação De Professores da Educação Básica PUC/SP, Docente do curso de Pedagogia/Letras e PsicopedagogiaVice-diretora da Faculdade de Educação PUC/SP , Conselheira Vitalíciaa da ABPp , Coordenadora da Comissão de Cursos e regulamentação da profissão de Psicopedagogia ABPp – 1996 até a presente data.

Neide Noffs - Neide Noffs

10 de Novembro de 2007

Mônica Mendes no Simpósio de Psicopedagogia

Publicado por Aprendaki em ABPp

Mônica Mendes
Mônica Mendes

Aprender – curiosidade ou desafio? – por Mônica Mendes
Nesta apresentação pretendemos falar sobre os processos envolvidos no processo de aprendizagem.
Um dos pressupostos nos mostra que para aprender é necessário uma interação entre quem ensina e quem aprende, a aprendizagem “afetiva” poderá modificar e aperfeiçoar a personalidade do sujeito que aprende, reformular sua atitude em relação ao aprender.
Desta forma procuramos mostrar que podemos nos beneficiar dos conhecimentos da metacognição, isto é, do conhecimento que o sujeito possui do seu próprio funcionamento para aprender.

MÔNICA HOEHNE MENDES
Psicopedagoga, Mestre em Educação, Membro do Conselho Vitalício da Associação Brasileira de Psicopedagogia, Professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia – Seção São Paulo.

Mônica Hoehne Mendes - Mônica Mendes

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