30 de Outubro de 2008

O JOVEM NA MÍDIA E NAS QUESTÕES AMBIENTAIS

por: Kátia Ferreira - EE José Tavares

O Projeto de Educomunicação,propiciou-me, nestes três dias de evento, experiência e consciência sobre o papel do jovem na sociedade através da mídia, papel este, que consiste no trabalho em grupo e no poder de idéias transformadoras e na responsabilidade de levar à nossa comunidade informações sobre a relação entre o meio ambiente e seu potencial de sustentabilidade.

Ao entrar em contato com palestrantes, professores, participantes e alunos que já realizam projetos educomunicativos, passamos a compreender por diversos meios e visões, a realidade ambiental, assim, conhecemos diferentes interpretações e formas de se manifestar para salvar o nosso ambiente.

Neste contexto, o mais importante desafio para os jovens e adolescentes é conseguir levar estas ricas experiências que obtivemos, com objetividade e prática, para as famílias e a sociedade, afim de melhorar e preservar o meio ambiente em que vivemos.

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O Simpósio Brasileiro de Educomunicação realiza-se de 29 a 30 de outubro no SESC da Vila Mariana, em São Paulo-SP.
PÁGINA ESPECIAL DO SIMPÓSIO no Aprendaki - ACESSE

Tudo no Blog do VI SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCOMUNICAÇÃO, sobre os realizadores, organanizadores e participantes deste evento.

30 de Outubro de 2008

O MEIO AMBIENTE NA PRODUÇÃO MIDIÁTICA

por Kátia Ferreira - EE José Tavares

A palestra voltou-se para a presença da mídia impressa, audiovisual e digital, indagando sobre qual é a contribuição das mídias para inserir na sociedade o tema: meio ambiente.

Débora Garcia, supervisora de conteúdo do Canal Futura, falou sobre a formação do canal, suas parcerias e a responsabilidade social na produção midiática.

Marcelo Leite, colunista do jornal Folha de S. Paulo, falou sobre as mudanças climáticas e os fracassos da mídia na abordagem deste assunto. Ele lembou do ano de 1992 (ECO-92) , ano em que a mídia deu espaço para questões ambientais, de maneira enfática, mas, que logo após, deixou de pontuar o assunto. Disse ainda que é responsabilidade da imprensa manter a pauta ambiental em vigor, e não esquecê-la diante de outros poblemas mundiais, como a atual crise financeira.

“Houve, a partir de 2007, uma renovo no assunto ambiental, mas, infelizmente, está perdendo-se espaço novamente; precisamos combater este círculo vicioso de alta e baixa.” - comentou Marcelo Leite.

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30 de Outubro de 2008

Veículos de comunicação contribuem para preservação

Por José Hugo Tavares - Aprendiz

No último dia do VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação aconteceu a palestra Meio Ambiente na produção midiática. A apresentação mostrou como as diversas mídias contribuem para que a sociedade se conscientize com as questões do meio ambiente. O primeiro palestrante a ter a palavra foi Débora Garcia, representante do canal Futura.

Débora contou que o Canal Futura nasceu como um projeto da Fundação Roberto Marinho, e hoje conta com a ajuda de 16 empresas, tendo seu orçamento anual de 30 milhões de reais. “O enfoque do canal é mostrar para o público brasileiro o que acontece em seu país, conscientizando os brasileiros sobre assuntos importantes, como o meio ambiente”, disse.

Marcelo Leite, colunista da Folha de S. Paulo, destacou em sua exposição a temática do aquecimento global. ”3/4 das emissões de gás carbônico, responsável pelo efeito estufa, ocorre por causas das queimadass”, contou. Marcelo afirma que a mídia é muito superficial em relação a esse assunto.

Adalberto Marcondes, editor da revista digital Envolverde, falou sobre sua experiência com o tema. Em 1998 o site “Envolverde” foi criado por ele como uma agência de notícias que distribuía conteúdo sobre o tema. “Entretanto, os grandes veículos não tinham interesse nessa distribuição”.

Por isso, a partir de 2004 a agência tornou-se um veículo de mídia digital. Hoje, a rede possui 100 jornalistas do mundo todo, alguns correspondentes voluntários. “Você só pode aprender acima de desafios que você conhece” afirma Adalberto.

O quarto e último palestrante Mathew Shirts, representante da National Geografic Brasil, falou sobre as dificuldades que a revista tem de chegar ao grande público, sobretudo com a Internet e com a TV. “Durante um século o único contato que minha avó tinha com o mundo”.

A revista National Geografic teve inicio há mais ou menos 120 anos. Ela começou como um clube de 76 exploradores considerados “malucos”. Quando foi lançada a revista foi considerada cara. Por isso Alexander Grambel (segundo presidente da publicação) resolveu criar uma revista popular que rendesse um lucro para financiar viagens e projetos interessantes para o público. Nos anos 80 já haviam 11 milhões de assinantes da revista.

Segundo ele, o tema “meio ambiente” é um dos mais difíceis de publicar na revista. “Demoramos, mas aprendemos que o público não se interessa ou parece estar enjoado do tema. Mathew também afirma. “Não podemos, por exemplo, colocar bicho na capa, porque a revista não vende.

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29 de Outubro de 2008

Bate-papo sobre a sustentabilidade e o meio ambiente

Por Luciano de Sálua

Segundo dia do 6° Simpósio Brasileiro de Educomunicação no SESC Vila Mariana, e para este segundo dia de evento tivemos a participação de uma roda de conversa sobre a mídia e a educomunicação ambiental.

Para este papo contamos com a mediação de Lucia Anello, diretora do Departamento de Educação Ambiental da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania do Ministério do Meio Ambiente, e com as falas da Rachel Trajberg, coordenadora de Educação Ambiental do Ministério da Educação, André Trigueiro, jornalista e comentarista da Rádio CBN e Francisco Costa pesquisador do DEA-SAIC.

“É importante que os ministérios e a sociedade pautassem mais este assunto”, esta é a frase que fundamentou o discurso de Francisco Costa, que trouxe dados importantes sobre o documento que rege a legislação da educomunicação quando o tema é meio ambiente.

Este documento trás questões levantadas com respostas sobre educomunicação e meio ambiente, e quando questionado sobre a importância do mesmo, diz: “para que a mídia possa conscientizar a população com melhores resultados”.

O documento ressalta a importância de movimentos de artes para a educomunicação, movimentações na escola e ações organizadoras de mídias.

Francisco terminou sua fala dizendo que: ”se a comunicação é compulsória e obrigatória ela não é um direito”.

Ex-moradora do prédio em frente ao SESC Vila Mariana, onde o evento ocorre, Rachel traz consigo uma grande bagagem de educomunicação, ela viu a educomunicação se desenvolver junto ao bairro.

Com energia de sobra para se manter sentada, ela impulsiona a roda de conversas com a relação de educação e mídia, focando no meio ambiente, nos atuais problemas e suas possíveis soluções: “Estamos visualizando uma crise ambiental, e que de repente some na mídia, para dar lugar a outra crise muito forte, a econômica, sendo que ambos estão ligados à mesma raiz, o consumo”, essa foi à base exposta por Rachel para sua fala.

Quando visou à sociedade foi direta e decisiva: “A sociedade se prende em cima de valores deliberados” e quando citou a globalização disse que essa já se houve falar muito, porém cita um novo termo para entrar em combate com este, a Planetização, não sendo uma utopia, e sim a memória de um futuro, “Nós podemos construir um futuro mais adequado para uma sociedade mais sustentável”.

Quando a mesma fala de ambientalismo, ela diz: “ambientalista podem, e devem subir em arvores, mas devem ter a voz de comunicação, para comunicar-se com mais pessoas”, e termina sua fala apresentando um projeto no qual Lucélia Santos e Ricardo Macki fazem uma parceria para criar uma campanha de campanhas para instruir jovens e adolescentes para crescer e multiplicar campanhas.

Num tom de critica, André Trigueiro começa seu discurso pautando-se “na crise ambiental sem precedentes”.

Ele abriu assuntos polêmicos que arremataram a atenção do publico com falas baseadas na contradição dos argumentos de muitas instituições, por exemplo, o Bradesco, que faz campanha publicitária de ser o banco do planeta e que é um dos maiores investidores quando o assunto é empréstimos para quem queira abrir um frigorífico, e toda sua estrutura antiecológica na Amazônia.

Pautou também a diferença entre os jornalistas que possuem o diploma e os comunicadores que apesar de fazer um belíssimo trabalho não possuem diploma.

“Comentaristas deveriam ter mais espaço para falar de sustentabilidade”, reclamou após dizer “educando bem ou mal a mídia educa, é forçoso aceitar, mas temos!”, e para quem pensa que isso foi tudo, engana-se. Trigueiro reclamou das faculdades de jornalismos que não fazem com que o jornalista saia de lá sabendo de meio ambiente, tornando-se um “analfabeto ambiental”.

A sua fala encerrou-se com o brilhante comentário: “hoje todos falam de sustentabilidade, mas se todas as pessoas estão bem, por que o mundo está mal?

Nessa roda vimos e ouvimos o melhor da experiência de pessoas relacionadas ao mundo da educomunicação ambiental, mesclando educação, jornalismo e ambientalismo.

Para evoluir é só se questionar, a problematização é a chave para a solução, e o diálogo é o caminho para a ação.

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29 de Outubro de 2008

Worshop 2 - Uso da internet na Educomunicação Socioambiental com Crianças e Adolescentes

Por Ysis Remião

Workshop apresentou experiências de trabalhos com mídias digitais, como rádio e blog com crianças e adolescentes de escolas públicas.

Na mesa mo workshop participaram o professor Carlos Mendes Lima, presidente do Comitê Gestor da Lei Educom, Débora Menezes, jornalista colaboradora do NCE/USP, Josete Maria Zimmer, professora da Escola Municipal de Ensino Fundamental – EMEF Teófilo Benedito Ottoni e como moderadora Maria Izabel Leão, pesquisadora do NCE/USP.

O Prof. Carlos ressaltou a importância de projetos de educomunicação para possibilitar aos jovens que descubram seu potencial, seu talento. O rádio é uma ferramenta interessante pois resgata a linguagem tradicional aliada a mídia digital, uma vez que hoje é possível gravar e editar um programa de rádio através do Audacity de forma gratuita, disponível na internet.

Além disso, o programa proporciona uma comunicação que alcança muitas pessoas. Carlos comentou também sobre a criação das Agências Jovens de Noticias que fazem a cobertura educomunicativa de eventos que ocorrem em São Paulo, segundo o professor isso mudou a vida dos jovens, eles voltam para a escola diferentes, sentindo-se importantes.

Os jovens que participam dos projetos são mediadores e aproximarão outros jovens levando a experiência que estão vivenciando.

Izabel Leão, moderadora da mesa, complementou que dessa forma as crianças e os adolescentes assimilam melhor o conteúdo passado na aula.

Ao final do workshop foi apresentado como montar um programa de rádio no computador, inserir musicas e voz através do programa Audacity.

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29 de Outubro de 2008

Jornalismo e meio ambiente

Por Simone Nascimento

Atualmente a prática da mídia tem um grande papel dos profissionais da comunicação nos conflitos de interesses entre o poder público, comunidades locais, iniciativas privadas e movimentos organizados em torno das questões ambientais .

No 6 Simpósio Brasileiro de Educomunicação foi abordado um painel no seguinte tema: Jornalismo e Meio Ambiente. Vinícius Romanini, mediador, abriu o painel chamando para compor a mesa Pedro Jacobi, Luiz da Mota, Herton Escobar e Martha San Juan França.

Vinícius abriu sua fala relatando a questão do jornalismo e do meio ambiente, focando na sustentabilidade e sua importância.

Um dos convidados da mesa, Herton Escobar do Estadão, abordou o tema da ciência e de sua importância no meio ambiente e na sustentabilidade, sitando as mudanças climáticas que vem sendo o maior ponto de preocupação do meio ambiente.

Da mesma forma que o meio ambiente é complexo, a solução para seus problemas também é complexo e fazer jornalismo sobre esse assunto também é complexo. Existem muitas pesquisas e temas complexos até mesmo para as coisas que parecem mais simples quando se trata de meio ambiente relatou Escobar.

Disse também que temos que enxergar bem mais além dessa faixada de bonzinhos e vilões pois algum tempo atrás, as ONG’s eram sempre vistas como bem feitoras e as empresas que poluíam eram más e hoje há um espaço bem mas amplo onde algumas empresas também tem um senso ecológico.

Herton finalizou sua fala recapitulando a importância da sustentabilidade e como é importante não só olhar para parte econômica ou a ambiental e sim ambas.

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29 de Outubro de 2008

O começo de tudo, início do Simpósio

Por Rafael Biazão, Simone Nascimento e Eric Silva

No dia 28 de outubro no SESC Consolação em São Paulo-SP, aconteceu a abertura VI Simpósio brasileiro de educomunicação, abordando os temas: meio ambiente, jornalismo e a educomunicação.

Um grupo de jovens, crianças e adolescentes de diferentes lugares entre outras pessoas locais marcaram presença para cobertura do evento promovida pela NCE/USP juntamente com o canal futura, revista viração, SESCSP, e com a equipe organizadora do evento, e lá estavam desde a mesa de abertura, onde Marisa Vacelon analisou a forma diferenciada de mídia produzida por jovens.

Em seguida Joseph Chittilappilly – Secretaria Geral do International Institute of Journalism and communication, falou sobre a comunicação em diferentes locais do mundo e fez elogios a mídia brasileria.

Luiz Augusto contou da seção de comemoração dos 60 anos da declaração dos direitos humanos, e sobre a homenagem pensada a grandes nomes do meio, como Jose Gregori e Jose Mindlin. Que este simpósio seja um local feito para pensarmos, disse Luiz.

Ismar de Oliveira Soares relatou o quanto e importante para os jovens se envolverem em educomunicação, trazendo benefícios, ate mesmo nas escolas, onde este jovem ganha habilidades que poderão ser aplicados na grade curricular, seminários e ate mesmo o dialogo com amigos, professores, etc.

À educomunicação é uma pratica que veio para facilitar a comunicação por diferentes pessoas de diferentes regiões e diferentes gerações. Relatou o coordenador do núcleo de comunicação e educação – NCE/USP.

O ministro do meio ambiente Carlos Minc não esteve presente, porém suas palavras foram expostas através de um vídeo levado por sua representante. Falou das mudanças climáticas, e que depois disso a população se deu conta que temos um grande problema a ser enfrentado, que não e coisa de ecologista chato, jornalistas engajados, educadores, etc, passou a ser algo visto como um problema de todos. E no termino da gravação trazida ele fechou com suas “Saudações ecológicas e libertais”.

Nesse Simpósio os jovens, adolescentes e as crianças estão participando ativamente, trazem experiências educomunicativas, e estão alimentando a preocupação pela ecologia e o futuro do planeta.

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29 de Outubro de 2008

Entrevista com Marcelo Vicentin

Por EMEF Henrique Melega

Marcelo Vicentin é um professor da escola José Tavares do interior de São Paulo na cidade de Tuiuti ele está no simpósio acompanhando os seus alunos e também esta auxiliando os outros alunos, ele tem bastante relação com o meio ambiente por ter morado na Serra da Cantareira e hoje ele mora no interior, mas também em uma área de preservação ambiental.

Clique aqui para ver a entrevista.

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29 de Outubro de 2008

Entrevista realizada com Felipe da ONG de Curitiba

Pela EMEF - Melega

Entrevistamos o Felipe ele é jornalista e educomunicador trabalha em uma ONG de Curitiba com projetos de educomunicação e no evento ele está dando uma força para todos os coordenadores não possui um grupo próprio. Para divulgar projetos, noticias, conscientizar os jovens com que ele trabalha eles usam todos os métodos de comunicação, mídia impressa como jornais e revistas, áudio, vídeo tudo para orientar os jovens sobre os projetos, e o principal retorno que ele nota é o que acontece com os próprios jovens eles se soltam mais perdem um pouco da vergonha, e conseguem perceber a mensagem que a mídia quer passar com mais clareza e rapidez, nota também um bom retorno desse projeto mas o projeto só tem 3 anos então ainda não conseguiram muitas coisas mas estão trabalhando cada vez mais procurando esse retorno.

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29 de Outubro de 2008

Jornalismo e meio ambiente

Por Simone Nascimento

Atualmente a prática da mídia tem um grande papel dos profissionais da comunicação nos conflitos de interesses entre o poder público, comunidades locais, iniciativas privadas e movimentos organizados em torno das questões ambientais.

No 6 Simpósio Brasileiro de Educomunicação foi abordado um painel no seguinte tema: Jornalismo e Meio Ambiente. Vinícius Romanini, mediador, abriu o painel chamando para compor a mesa Pedro Jacobi, Luiz da Mota, Herton Escobar e Martha San Juan França.

Vinícius abriu sua fala relatando a questão do jornalismo e do meio ambiente, focando na sustentabilidade e sua importância.

Um dos convidados da mesa, Herton Escobar do Estadão, abordou o tema da ciência e de sua importância no meio ambiente e na sustentabilidade, sitando as mudanças climáticas que vem sendo o maior ponto de preocupação do meio ambiente.

Da mesma forma que o meio ambiente é complexo, a solução para seus problemas também é complexo e fazer jornalismo sobre esse assunto também é complexo. Existem muitas pesquisas e temas complexos até mesmo para as coisas que parecem mais simples quando se trata de meio ambiente relatou Escobar.

Disse também que temos que enxergar bem mais além dessa faixada de bonzinhos e vilões pois algum tempo atrás, as ONG’s eram sempre vistas como bem feitoras e as empresas que poluíam eram más e hoje há um espaço bem mas amplo onde algumas empresas também tem um senso ecológico.

Herton finalizou sua fala recapitulando a importância da sustentabilidade e como é importante não só olhar para parte econômica ou a ambiental e sim ambas.

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29 de Outubro de 2008

Palestra painel 2 do Simpósio

Por Larissa e Cíntia

Esse painel teve como palestrantes:
Vinicius Romanini (Professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo)
Marta San Juan (Diretora Editorial da Revista: Horizonte Geográfico e Vice Presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Científico ABJC)
Heberton Escobar (Repórter da Editora de Meio Ambiente do Jornal o Estado de São Paulo)
Luís da Mota (Acessor da Comunicação e Serviço)
Pedro Jacobi (Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental da USP - PROCAM.

Um dos tópicos da Palestra foi a profissionalização das ONGs que buscam aprimorar seu trabalho independentes de meios sociais. Outro tópico discutido por Marta San Juan é sobre o modo como o governo despreza o cuidado do com o meio ambiente.

Foi comentado sobre o papel dos jornalistas e onde ele deve fazer seu trabalho de modo com o que as pessoas reflitam temas importantes como o meio ambiente.

Pedro Jacobi discute uma preocupação em mobilizar a população de diferentes formas, a relação do meio ambiente com a sociedade produzindo uma visão da modernização que serve também para reflitir sobre o problema do meio ambiente.
Na medida que houver mais estímulo com a sociedade, essa sociedade atuará de modo diferente em relação à temas importantes e marcantes como o meio ambiente.

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29 de Outubro de 2008

VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação

Por EMEF - Melega

Começamos o dia com a conferência Educomunicação Socioambiental onde alguns alunos do Educom apresentaram o palestrante.

A conferência foi iniciada com algumas palavras da professora da fundação Cásper Líbero e pesquisadora do NCE/USP Eliany Salvatierra na qual elogiou algumas qualidades do palestrante.

Ismar de Oliveira Soares usou uma frase de efeito na qual dizia:

“A crise ambiental é um palco de lutas e

conflitos em torno do poder de locução”

( Eda Tassara 1992)

Conceituou a educomunicação e sua prática e informou a continuidade do assunto na mesa redonda.

Foi mostrada a ligação da educomunicação com o meio ambiente e a mídia muito abordada.

O palestrante falou sobre a preocupação das crianças e também a preocupação dele sobre a crise da comunicação e, a crise do meio ambiente. A preocupação com o futuro não só deles mais de seus filhos…

Na qual entra a questão do stresse ecológico, as crianças de tão preocupadas com seu futuro resolveram intervir com certas atitudes que mostravam seu interesse de participar de assuntos relacionados a ele mesmos. Ele citou uma experiência na qual as crianças queriam opinar em certas decisões mais como o projeto e sua realização já tinha sido programado então elas se sentiram excluídas do projeto.

Achamos que foi uma falta de democracia pois uma escola devia levar em conta as opiniões dos alunos como pessoas tão importantes quanto eles mesmos.

Então, levamos experiências desta conferência como uma lição de como cuidar de nós mesmos e o mais importante do nosso planeta, usando comunicação e ter a oportunidade de se expressar da maneira que achamos correto.

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28 de Outubro de 2008

Educação é essencial para preservação ambiental, afirma especialista

Por Daniella Mozetic - Aprendiz

“A empresa é formada pelas pessoas e pela postura delas“. A frase de Luci Ferraz, consultora em educação e sustentabilidade corporativa, ilustrou o painel Meio Ambiente, Comunicação e Responsabilidade Social, que aconteceu no último dia do VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação. “Mas é necessário investir na educação para ter um desenvolvimento sustentável”.

Na ocasião, Paulo Diaz Rocha, coordenador do projeto USP Recicla, falou sobre o programa de tratamento de lixo apoiado pela Universidade de São Paulo. A instituição trabalha com uma cooperativa na Vila Leopoldina, que recolhe cerca de 16.000 toneladas de lixo por dia.

Rocha conta que são descartados 35 milhões de toneladas de lixo por ano, mas apenas 40% do lixo recebe destinação final adequada. “Pensando global agindo local, a USP criou o projeto em1993 a fim de reduzir o consumo e o descarte de material, reutilizar os produtos antes do seu descarte e reciclar material descartável. Além disso, a instituição também adotou canecas permanentes e envelopes vai-e-vem, que ajudam a diminuir a produção do lixo”, contou.

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28 de Outubro de 2008

Educação ambiental deve abranger todas as disciplinas escolares

Por Nadja Teixeira - Aprendiz

No SESC Vila Mariana aconteceu o XI Simpósio Brasileiro de Educomunicação. Do dia 28 ao dia 30 de outubro ocorreram várias atividades abordando o assunto, tais como conferências, workshops e palestras. O painel “O lugar da educomunicação social no ensino” discutiu a perspectiva de incluir a educação ambiental às disciplinas dadas nas escolas.

Paulo Lima, editor da revista Viração e um dos palestrantes do evento, falou sobre o tema. Segundo ele, “a educomunicação ou qualquer tipo de projeto não serve só para os alunos ou para os professores, mas para todos os que estão envolvidos com a comunidade escolar”.

Lima afirma que apenas 7,8% das escolas discutem o sócio-ambientalismo fazendo qualquer tipo de contextualização aprofundada do assunto. “Geralmente os projetos realizados nas escolas são financiados por empresas, e por suas editorias de marketing e comunicação. Procuramos saber como essas empresas agem em relação ao meio-ambiente?”, questiona. Lima conta que na Revista Viração, muitas empresas se oferecem para participar dos projetos. “Mas nós sempre procuramos saber se elas também colaboram com nossas riquezas naturais”.

Durante o debate, que ocorreu depois das palestras, foi possível observar os receios e dúvidas dos educadores da platéia quanto à aceitação da educomunicação sócio-ambiental nas escolas. Os educadores que participavam perguntaram aos palestrantes como poderiam aplicar o que lhes foi passado em suas escolas, já que eram métodos nunca antes aplicados no ensino.

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28 de Outubro de 2008

Rede Mocoronga conecta comunidades no Pará

Por Daniel Eli - Aprendiz

O projeto Saúde e Alegria é uma ONG que funciona desde 1987 e já abrange143 comunidades ribeirinhas, totalizando uma quantia de 29 mil pessoas na Amazônia. Fábio Pena, da Rede Mocoronga, um dos projetos da organização, apresentou a proposta durante o VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação.

Segundo ele, o projeto Saúde e Alegria começou com a proposta de trabalhar na área da saúde e cidadania para melhorar a qualidade de vida da população ribeirinha. Hoje, a organização já trabalha com outras questões, como organização comunitária (educação, cultura e comunicação) e economia na floresta (algo que possa gerar renda sem prejudicar a natureza).

“Além desses temas o projeto tenta levar as comunidades à modernização sem a perda dos valores culturais das mesmas, e melhorar sua relação com a escola, enfrentando contradições sociais”, afirma. Segundo ele, o projeto incentiva o estudo entre a população indígena. “Entretanto, a maioria das escolas da região só tem até a quinta série, fazendo com que a ida para os centros urbanos seja uma necessidade”.

A Rádio Mocoronga é uma das ações de comunicação realizadas pela instituição. O programa tem como objetivo levar à população essas possibilidades. O programa acontece aos sábados, e é transmitido por 31 rádios locais, possui uma hora e é todo produzido por jovens na rádio rural de Santarém.

Faz parte da mesma rede o jornal “O Mocorongo”, que seleciona matérias dos jornais feitos pelos jovens das diferentes comunidades e envia a todos. Além disso, a Rede realiza intercâmbios com uma escola na Suécia para produção de vídeos.

Outro projeto tem como objetivo promover a inclusão digital entre as comunidades, por meio de computadores movidos à energia solar. “Educomunicação não é a solução, mas é uma grande ajuda para que tudo fique certo”, afirma Pena.

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28 de Outubro de 2008

Mídias digitais abrem pouco espaço para temas ambientais

Por Alinê Brandet - Aprendiz

“Mídias digitais abrem pouco espaço para o tema do meio ambiente”. A afirmação foi feita pelo professor Pedro Jacobi, no dia 28 de outubro, durante o debate Jornalismo e Meio Ambiente, no VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação.

O Simpósio aconteceu entre os dias 28 e 30 de outubro, no Sesc Vila Mariana, e trouxe discussões sobre meio ambiente, jornalismo e educomunicação. Jacobi traz a seguinte questão “Quantos sites tratam apenas de meio ambiente?”. Segundo ele, são poucos. “Entretanto, ainda são os sites especializados que levam informações mais precisas à população”.

Para o professor, o mesmo acontece com as revistas ambientais, que devido à falta de recursos financeiros, quando criadas acabam suspendendo a tiragem. “A disseminação dessas mídias possibilitaria melhores análises e debates de diferentes pontos de vista”.

Para Herton Escobar, falta profundidade na abordagem. “Afeição pelo tema não basta”, diz. Para ele, é preciso conhecer cientificamente os impactos ambientais para que se possa defender tal causa. A conscientização da população é fundamental para haver uma reação contra a poluição e degradação do meio ambiente.

Contrapondo essa idéia, Martha França, diretora da revista Horizonte Geográfico, afirma que os meios de comunicação abordam este assunto em quantidade suficiente, porém, não com a mesma profundidade. “Não é a grande imprensa que fará essa revolução”.

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28 de Outubro de 2008

O indivíduo contribuindo com o coletivo

Por Eric Silva, Bruno Castro, Juliana Aguiar e Adriana Martins

Na parte dá tarde do dia 28, foram feitos 2 painéis, um deles era sobre meio ambiente – Redes e mobilização. Nele teve uma discussão para ver as melhores maneiras de se fazer uma mobilização social para visar ações de melhorias para o meio ambiente.

O painel teve 5 pessoas na mesa especializadas em educação ambiental todo mundo precisa se conscientizar em relação a suas atitudes, só assim faremos alguma mudança significativa no mundo, para melhoria do meio ambiente é fundamental a participação de todos.

Uma coisa muito interessante colocada no painel foi a idéia do coletivo e individual na sociedade, que é mais ou menos isso, fazer uma ação individual, por exemplo, reciclar o lixo, isso não ajuda só a mim, mas a todas as pessoas, e isso é fato.

Outro assunto muito importante abordado foi a participação da prefeitura e do governo em relação ao meio ambiente, e acho que todos já sabem que quando se trata de assuntos sócio-ambientais nem a prefeitura e nem o governo tomam medidas que funcionem de verdade, não devia ser dessa forma, eles deviam incentivar a população a fazer a sua parte.

Foi bem interessante esse painel com um tema que deve ser mais discutido e divulgado, o que precisamos fazer é aprender com a natureza, essa sim deve ser a maior mudança!

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28 de Outubro de 2008

Abertura do VI Simpósio - SESC Vila Mariana

Por Cássia Morais Soares, Cíntia de Morais Soares, Larissa Reis, Susy Duarte da Silva da Pré-iniciação Científica do NCE/USP.

A abertura do simpósio foi muito importante, pois eles abordaram temas que se referiam sobre o simpósio e o que complementava-o. Os temas envolvidos são: Educomunicação, Meio Ambiente, Jornalismo, Problemas Sociais, Mídia, os Quatro Elementos que estão envolvidos e sendo discutidos.

Estava palestrando a abertura Danilo Santos de Miranda( Diretor Regional do SESCSP), Ismar de Oliveira Reis(Coordenador do Núcleo de Comunicação e Educação-NCE/USP), Josefo Chitilappily(Secretario Geral do International Institute of Journalism and Communication , Lúcia Araújo( diretoria Geral do Canal Futura) e representando o Ministro do Meio Ambiente a Samira Crespo, que apresentou um vídeo contendo as palavras do Ministro e sua visão sobre o simpósio e o meio ambiente.

Foi uma abertura que iniciou esse evento com a participação de pessoas importantes e que alertou-nos sobre o Simpósio e seus propósitos, e nos envolveu com o que este evento quer trazer para nós uma preocupação com a nossa cidade, com o nosso bairro, com o nosso planeta, e nos mostra como nós cidadãos livres, podemos colaborar com o que chamamos: ‘’ Meio Ambiente'’.

Como aconteceu a seleção

Bom a seleção aconteceu próxima ao mês de abril, fomos escolhidas pelas notas adquiridas no ano de 2007. E quem fez a seleção e decidiu quem iria, foi a Professora de Língua Portuguesa Roseli. No primeiro momento ficamos surpresas e felizes, não esperávamos isso, mas não tínhamos conhecimento do que se tratava.

Ficamos ansiosas e apreensivas de imediato, mas estávamos esperando respostas sobre que curso que iríamos fazer. Não fomos chamadas na primeira etapa do processo porque uma outra escola ganhou o primeiro lugar no projeto, assim sendo, não conseguimos de imediato!

Nós já havíamos nos conformado de que não iríamos fazer o curso até que no mês de setembro fomos chamadas novamente e conseguimos a vaga do mesmo.

O importante é que qualquer um pode participar deste projeto, que é muito importante e está trazendo experiências pra todas nós, e podemos ressaltar que é uma oportunidade única e de suma importância para todas nós. Estamos adquirindo conhecimentos e aprendendo com os nossos próprios erros, pois foi uma caminhada longa pra chegarmos onde estamos!

Viste o blog: http://preiniciacaocientifica.blogspot.com/

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O Simpósio Brasileiro de Educomunicação realiza-se de 29 a 30 de outubro no SESC da Vila Mariana, em São Paulo-SP.
PÁGINA ESPECIAL DO SIMPÓSIO no Aprendaki - ACESSE

Tudo no Blog do VI SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCOMUNICAÇÃO, sobre os realizadores, organanizadores e participantes deste evento.

28 de Outubro de 2008

Abertura do IV Simpósio Brasileiro de Educomunicação

Por Lucio Risso, Lucas Melo e Fernando Augusto - EMEF - Mélega

A abertura do Simpósio ocorreu no teatro do SESC V. Mariana às 10:00 Horas e a mesa foi composta por Seis(6)integrantes:

· Samyra Crespo - Secretária do Meio Ambiente

· Danilo Santos de Miranda - Diretor Regional do SESCSP

· Ismar de Oliveira Soares - Coordenador do Núcleo de Comunicação e Educação - NCE/USP

· Joseph Chittilappilly - Secretário Geral do Intenational Institute of Journalism and Communication – IIJC

· Marisa Vassimon - Gerente de Mobilização Comunitária do Canal Futura

· Luiz Augusto Milanesi - Diretor da Escola de Comunicação e Artes.

Os integrantes da mesa falaram um pouco sobre as questões Ambientais e Educação.

· O Professor Ismar de Oliveira Soares “aqui no SESC V. Mariana esta acontecendo um laboratório de pratica educomunicativa e reflexão para que facilite o dialogo entre as gerações”

· A secretaria Samyra diz que a visão participativa da escola é a chave e também que a tarefa do seculo XXI é de educar para a sustentabilidade.

· A Marisa Vassimon fala que o canal futura produz e exibe os programas articulados com agenda de meio ambiente desde a origem.

· E ela também disse que no simpósio deve ser discutido alguns itens como: código de ética, autoria e como jovem reproduz o que aprendeu.

Entrevistamos o professor Carlos do Educom

Carlos Lima é coordenador do programa nas ondas do Radio na Secretaria Municipal de Educação de São Paulo e presidente do Comitê Gestor da Lei Educom.

Ele trouxe para o Simpósio cerca de 100 crianças e adolescentes que vieram do programa nas ondas do Radio que desenvolve projetos de Rádios nas escolas. Informou ter aqui varias outras escolas da Rede que desenvolve trabalhos com blog e também com vídeo, trabalhando de forma integrada, os meninos que estão fazendo Radio estão conversando com os pessoal de vídeo pessoal de revista que estão desenvolvendo e escrevendo as revistas. Seu papel aqui é trazer os jovens destas escolas para aprender e colocar em pratica o que eles fazem dentro das escolas, usando pra isso a mídia Rádio como a forma de se comunicar com as pessoas. Colher varias entrevistas, editar o material e colocar no ar pela Internet para que as pessoas que não vieram no evento possam saber o que aconteceu.

Carlos informa ainda que está na Secretaria da Educação do Município de São Paulo a cerca de 2 (dois) anos como coordenador do programa, mais já desenvolvia trabalho com Rádio faz 10(dez) anos em escolas do estado na zona leste e nesse tempo todo ele tem desenvolvido vários projetos em escolas e sempre abrindo espaço para a crianças e adolescente comunicar através do Rádio.

Por que o Rádio é a Mídia mais interessante que existe dentre outras é a mídia mais fácil, barata e é uma mídia que as pessoas podem ouvir sem fazer nada. O Programa Nas do Rádio mais conhecida como EDUCOM nasceu com equipamentos parecidos como a radio convencional e agora poderemos fazer Rádio com o computador e ele vai mostra no workshop como fazer Rádio com o computador da sua casa ou de sua escola ou do seu leptop com softwares e com o resultado muito interessante e vai apresentar como o Rádio é uma possibilidade pedagógica no espaço escolar.

Visite o blog: simposioeducomunicacao.blogspot.com

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O Simpósio Brasileiro de Educomunicação realiza-se de 29 a 30 de outubro no SESC da Vila Mariana, em São Paulo-SP.
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28 de Outubro de 2008

VI Simpósio - Vila Mariana

Por Katia Ferreira e Elton - EE José Tavares

Hoje, vinte e oito do mês de outubro de dois mil e oito, foi aberto VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação. O evento terá a duração de três dias (de 28/10 à 30/10) no SESC Vila Mariana na cidade de São Paulo, idealizado pelo Núcleo de Comunicação e Educação da USP.

O objetivo do evento, além de tratar sobre o conceito de Educomunicação também alerta para a importância da educação com sustentabilidade, como afirmou Samyra Crespo, secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, representando o ministro Carlos Minc. “A responsabilidade do ministério do meio ambiente é informar, ou seja, precisamos levar a educação ambiental desde o gari até os três poderes, através das diversas mídias se propõe levar a informação e a formação sobre questões ambientais à sociedade”.

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28 de Outubro de 2008

“Juventude e Meio Ambiente” é destaque no VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação

Por Cleber R. Chiquinho, Ivan C. Neves, Natália Obeid e Renata T. Azevedo (Coletivo Jovem pelo Meio Ambiente), Damíso (Revista Viração) e Guilherme Feulo (Rede Interferência)

O que é meio ambiente? Qual a sua visão da juventude brasileira? Diante das problemáticas sociais (violência, drogas, falta de oportunidade, pedofilia, etc) que ocupam boa parte da preocupação dos jovens, como você vê a relação da juventude com o meio ambiente? Essas foram questões que nos instigaram a ir a campo e saber a opinião de pessoas de várias gerações que passaram pelo SESC-SP Vila Mariana no primeiro dia do VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação, que neste ano tem como eixos a temática: “Meio Ambiente, Jornalismo e Educomunicação”.

Além de debates com educadores, comunicadores e especialistas na área do meio ambiente, esse evento conta com mais de 100 crianças, adolescentes e jovens de escolas públicas, redes, coletivos e organizações não governamentais que estão realizando a cobertura educomunicativa do evento, ou seja, utilizando várias mídias como audiovisual, internet, expressões corporais, fotografia e o registro escrito para promover reflexões e práticas sociais de transformação.

O grupo que abordou como pauta “Juventude e Meio Ambiente” identificou após as entrevistas, diferentes visões sobre o assunto com relatos de crianças, jovens e adultos. Para alguns, meio ambiente é apenas “natureza”, “os animais” ou “as plantas” e outros vêem o meio ambiente como uma relação vinculada entre o homem, a natureza e seu entorno, incluindo as relações interpessoais, culturais e afetivas, como exemplificado por Thiago, do Coletivo Jovem Caipira, que definiu meio ambiente como “algo ecológico, econômico, social e cultural”. O grupo evidenciou também que grande parte das respostas teve uma influência significativa da mídia, como a relação entre meio ambiente e as mudanças climáticas, desmatamentos e reciclagem de lixo.

Outra questão relacionou a percepção dos entrevistados com o papel da juventude atualmente: estes jovens enfrentam diversos problemas sociais, que são cada vez mais acentuados pela mídia, ocasionando uma maior preocupação nestes pontos, em detrimento de outros, como o meio ambiente. Mas muitos relatos deixaram evidente que a juventude atualmente está mais preocupada com o meio que a cerca, como diz o educador Massao da Revista Viração, “o jovem tem que ser mais jovem e falar por eles mesmos” e acredita que essa nova geração está mais mobilizada.

Dentre essas diferentes concepções, sentimos nas falas das pessoas a necessidade de uma relação mais harmoniosa entre o homem moderno e a natureza.

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O Simpósio Brasileiro de Educomunicação realiza-se de 29 a 30 de outubro no SESC da Vila Mariana, em São Paulo-SP.
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